MAIS ILUMINAÇÃO, MAIS SEGURANÇA
VÁRZEA GRANDE ESTÁ IMPLANTANDO 45 MIL LÂMPADAS EM LED
Lâmpadas em LED tem maior durabilidade e menor consumo de energia elétrica
Política
24 mil lâmpadas em LED já foram implantadas e outras 21 mil estão em execução. Prioridades são definidas através de estudos técnicos que levam em consideração o contingente populacional
A Prefeitura de Várzea Grande em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, avançam dentro Programa MT Iluminado que já implantou 24 mil luminárias em LED nas principais ruas e avenidas da segunda maior cidade do Estado, e caminha para trocar outras 20 mil lâmpadas ainda neste ano de 2024.
Lâmpadas em LED tem maior durabilidade e menor consumo de energia elétrica, já que ao contrário do que a maioria pensa, a energia elétrica consumido nas ruas é paga através da Contribuição para Custeio de Serviço de Iluminação Pública (CIP), que é cobrada nas contas dos consumidores.
Através da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, o primeiro lote de 5 mil lâmpadas para serem implantadas neste ano já foram solicitadas junto ao Governo do Estado de Mato Grosso.
Segundo o secretário Breno Gomes, Várzea Grande formaliza os pedidos com a previsão de instalação das novas luminárias em LED. “Após aprovado pelos técnicos do Governo do Estado e de Várzea Grande, nosso pleito autorizado é liberado e executado”, explicou o titular da Pasta de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana.
Ele ponderou que são levados em consideração dados de contingência populacional de determinadas regiões ou bairros para então poder solicitar e executar as obras.
Breno Gomes sinalizou que o prefeito Kalil Baracat desde 2021, vem atuando de forma firme na implantação de iluminação em LED das principais vias de acesso entre a Capital do Estado e Várzea Grande, que é passagem obrigatória para o Norte e Sul do Estado e do Brasil.
“Nem todos os bairros são contemplados com a iluminação em LED do Programa MT Iluminado, mas eles recebem iluminação de Lâmpadas de Sódio, portanto, não ficam sem iluminação e recebem manutenção constante por parte da Prefeitura de Várzea Grande”, explicou Breno Gomes, frisando que não procedem informações de que estaria havendo “escolha” entre os que recebem e os que não recebem iluminação em LED.
Iluminação Pública em LED representa mais qualidade de vida e, principalmente, segurança para as pessoas e maior efetividade no trabalho das forças policiais que promovem a segurança pública.
Um experimento realizado em Nova York, nos EUA, pelo Bureau Nacional de Pesquisa Econômica em parceria com a polícia metropolitana, revelou a importância da iluminação das ruas para a segurança pública. Os pesquisadores constataram que houve uma redução de 36% nos crimes ocorridos durante a noite em vias que receberam reforço na iluminação.
Além das lâmpadas em LED vindas do Programa do Governo do Estado de Mato Grosso, o MT Iluminado, Várzea Grande, promoveu a troca, desde 2021, com recursos próprios de outras 10 mil lâmpadas em LED nas principais ruas e avenidas da cidade.
Galeria




Política
Retrospectiva: novo piso salarial dos professores foi destaque entre aprovações da Câmara na área de educação
No primeiro semestre deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1334/26, que criou uma nova regra de reajuste do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. O texto, também aprovado no Senado, foi convertido na Lei 15.437/26.
A norma determina que, a partir de janeiro de 2026, o reajuste será baseado na soma:
- da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior (no caso, 2025); e
- de 50% da média da variação percentual da receita real de cinco anos anteriores (de 2021 a 2025, no caso de 2026) vinda de estados, Distrito Federal e municípios para compor o Fundeb.
A variação real corresponde ao que ficou acima do INPC no período.
A regra também valerá para profissionais contratados por tempo determinado.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o reajuste do piso em 2026 foi de 5,40%. Esse percentual reúne o INPC de 2025, de 3,90%, e um ganho real de 1,50%.
O piso nacional passou de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 em janeiro de 2026.
INSS de bolsistas
Na área de educação, os deputados também aprovaram o Projeto de Lei 2950/15, que torna obrigatória a participação do bolsista de pós-graduação como contribuinte individual da Previdência Social para fins de acesso a benefícios como aposentadoria e auxílios.
De autoria do ex-deputado Davidson Magalhães (BA), o texto aprovado pela Casa foi relatado pelo deputado Ricardo Galvão (Rede-SP) e está em análise no Senado.
A contribuição assegurará, por exemplo, cobertura previdenciária em situações de doença, maternidade e incapacidade temporária. Além disso, possibilita a contagem do tempo dedicado à pesquisa para fins de aposentadoria.
A contribuição a ser recolhida pela instituição cedente da bolsa será de 11% sobre um salário mínimo (atualmente R$ 1.621,00).
Com essa alíquota, o acesso à aposentadoria será somente por idade, atualmente em 62 anos para mulher e 65 anos para homem.
Caso deseje aposentadoria por tempo de contribuição ou que o tempo possa ser aproveitado para se aposentar por algum regime próprio de servidores públicos, o interessado deverá complementar a contribuição recolhida pela instituição com mais 9% sobre a base de cálculo, a fim de totalizar 20% de recolhimento.
Escolas sustentáveis
O Programa Nacional de Escolas Resilientes e Sustentáveis foi aprovado pela Câmara dos Deputados para ajudar na adaptação às mudanças climáticas e no uso de recursos naturais.
Pedro Ventura/Agência Brasília
Deputados aprovaram programa que incentiva ações sustentáveis nas escolas
De autoria do deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), o Projeto de Lei 2841/24 foi relatado pela deputada Socorro Neri (PP-AC) e tramita agora no Senado.
O texto prevê ações como:
- a instalação, a manutenção e a melhoria dos sistemas de drenagem, ventilação e climatização;
- utilização de sistemas de energia renovável e equipamentos eficientes; e
- uso racional da água, da energia e gestão de resíduos.
Outras medidas incluem a arborização para evitar incidência solar e diminuir a temperatura média no ambiente, além de reformas e melhorias estruturais para aumentar a resistência das edificações a eventos climáticos extremos.
Cultura nas escolas
A Câmara dos Deputados aprovou ainda no primeiro semestre, a política nacional “Mais Cultura nas Escolas”, objeto do Projeto de Lei 533/24, em análise hoje no Senado.
De autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a proposta foi aprovada com a relatoria do deputado Tarcísio Motta, prevendo parceria entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios com a sociedade civil no setor da cultura.
Segundo o texto, a União deverá apoiar os outros entes federativos na elaboração de um plano de atividade cultural anual para as escolas públicas de educação básica.
Para viabilizar a execução dos planos, poderão ser utilizados os moldes operacionais e regulamentares do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).
Cada plano deverá conter as ações, as metas, o cronograma de execução e a previsão de início e término das atividades, envolvendo bens e serviços necessários à realização das atividades artísticas, culturais e pedagógicas previstas.
Números do semestre
No total, foram aprovados no primeiro semestre de 2026, pelo Plenário, 118 projetos de lei, 9 projetos de lei complementar, 20 medidas provisórias, 12 projetos de decreto legislativo, 5 projetos de resolução e 4 propostas de emenda à Constituição.
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcelo Oliveira
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