PORTÃO DO INFERNO

Trânsito na MT-251 segue liberado nos dois sentidos durante primeira etapa das obras

Sinfra segue cumprindo condicionantes ambientais; bloqueios serão informados pelo órgão com pelo menos uma semana de antecedência

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Política

Foto: Sinfra-MT

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito na região do Portão do Inferno, na MT-251, segue liberado nos dois sentidos, sem nenhum tipo de bloqueio.

O trabalho feito no local segue sendo o de cumprir as condicionantes ambientais exigidas pelos órgãos federais, como o Instituto do Meio Ambiente (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Este trabalho não exige a utilização de máquinas pesadas, por isso não há interrupção no trânsito.

O cumprimento das condicionantes ambientais é necessário para que as obras de retaludamento do morro do Portão do Inferno sejam realizadas. O trabalho de resgate da flora, salvamento e afugentamento da fauna é feito com o máximo de cuidado, acompanhado por profissionais de diversas formações, como geólogos, arqueólogos, engenheiros, biólogos e médicos veterinários.

Outro serviço realizado no local é o de supressão vegetal. Todos os trabalhos são constantemente fiscalizados pelo Ibama, ICMBio e também pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Em virtude desse trabalho, a Sinfra-MT pede aos motoristas que respeitem a sinalização no local. As ultrapassagens em todo o trecho são proibidas, inclusive com a colocação de cones no meio da pista. O limite máximo de velocidade permitido e sinalizado no local é de 40 km/h.

Os bloqueios só deverão começar após o cumprimento de todas as condicionantes ambientais e com o início da retirada do maciço rochoso do Portão do Inferno.

Todas as informações sobre bloqueios serão divulgadas pela Sinfra-MT com pelo menos uma semana de antecedência. A rodovia sempre permanecerá aberta nos sábados e domingos e não haverá bloqueios entre às 18h e às 06h do dia anterior, nos dias de semana.

Rotas de desvio

Durante os períodos em que o trecho do Portão do Inferno estiver fechado, a MT-251 seguirá aberta para motoristas que queiram se deslocar entre Cuiabá e o balneário da Salgadeira, assim como entre Chapada dos Guimarães e a região da Mata Fria.

Haverá duas rotas para quem precisar fazer o deslocamento entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães durante os períodos de fechamento da rodovia.

A primeira delas é o caminho que sai de Cuiabá até Campo Verde, passando pela BR-163/364/070 e depois de Campo Verde até Chapada dos Guimarães pela MT-251. Este trecho é completamente asfaltado e tem uma extensão aproximada de 203 quilômetros, totalmente asfaltada.

A outra rota é seguir pela MT-251 até a rotatória com a MT-351, a estrada que dá acesso ao Lago de Manso. A partir de então, é preciso seguir por 49 km até a MT-246, que dá acesso ao Distrito de Água Fria. Chegando ao distrito, é preciso seguir pela MT-020 até Chapada dos Guimarães.

Esta rota tem aproximadamente 140 km, sendo que 33 km da MT-246 encontram-se atualmente em obras para o asfaltamento. Até o fim do ano, a expectativa é que pelo menos 25 km já estejam asfaltados, garantindo condições para o trânsito de veículos.

Veículos de emergência

Durante todo o período de execução das obras, o trânsito na MT-251 será permitido para veículos de emergência como ambulâncias transportando pacientes e viaturas da segurança pública, como Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, atendendo ocorrências.

A obra

No local será realizado um retaludamento, que consiste na retirada do maciço rochoso da curva do Portão do Inferno e a criação de taludes, uma série de cortes que funcionam como degraus para impedir deslizamentos de terra. Com isso, a estrada será recuada em dez metros, evitando também a passagem sobre o viaduto que existe hoje. O valor da obra é de R$ 29,5 milhões.

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Podemos elege 6 deputados e terá maior bancada da Assembleia em 2027

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O Podemos será o partido com maior número de cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso a partir de 2027. A legenda elegeu seis dos 24 deputados estaduais que vão compor a nova legislatura, resultado que coloca a sigla à frente de PL e Republicanos, que conquistaram quatro vagas cada.

A bancada do Podemos será formada por Max Russi, Ulysses Moraes, Beto Dois a Um, Alessandra Ferreira, Fabinho Tardin e Adelcino Lopo. Presidente da Assembleia, Max Russi também foi o deputado estadual mais votado da eleição, com 86.934 votos.

O PL terá Samantha Íris, Faissal Calil, Gilberto Cattani e Alcino Barcelos. Já o Republicanos, partido do governador reeleito Otaviano Pivetta, contará com Diego Guimarães, Valmir Moretto, Dr. Eugênio e Nininho.

O MDB elegeu três parlamentares: Dr. João, Thiago Silva e Leo Bortolin. As federações PSDB-Cidadania e União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, ficaram com duas cadeiras cada.

Na oposição mais definida ao governo estadual, a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, terá dois representantes: Lúdio Cabral e Valdir Barranco. O PSD terá uma cadeira, ocupada por Wilson Santos.

Nova correlação de forças

A composição eleita aponta para um cenário de maior presença de partidos que estiveram próximos da atual administração estadual. Considerando as bancadas do Podemos, Republicanos e PL, são 14 deputados, número suficiente para formar maioria simples na Assembleia.

O cenário pode ser ampliado com parlamentares de outras legendas. No MDB, por exemplo, Dr. João e Thiago Silva integram a nova bancada, enquanto União Brasil e PSDB-Cidadania também terão representantes na Casa. A classificação individual de cada deputado, porém, dependerá das posições adotadas ao longo da próxima legislatura.

A nova Assembleia terá 18 deputados reeleitos ou integrantes que já tiveram passagem pelo Legislativo e seis estreantes, segundo levantamento do RDNews. A renovação ficou em pouco mais de 25% das cadeiras.

A legislatura 2027-2030 começa oficialmente em fevereiro do próximo ano e terá como um dos primeiros movimentos a definição da nova Mesa Diretora da Assembleia, além da formação dos blocos e da composição das comissões permanentes.



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