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TCE-MT internaliza sistema de gestão e gera economia de quase R$ 2 milhões aos cofres públicos

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Da Redação

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) concretizou a internalização do Sistema de Gestão Empresarial – SIGESP, assegurando uma economia anual superior a R$ 1,8 milhão aos cofres públicos. A ação é fruto do trabalho da equipe de sustentação operacional de infraestrutura e de manutenção evolutiva de sistemas e de um intenso trabalho de gestão da Secretaria de Tecnologia da Informação da Corte de Contas.

O sistema, até então sob domínio de uma empresa privada, contempla vários módulos dentro da administração de um órgão, tais como licitações, contratos, compras, patrimônio, materiais, além do módulo de apoio, para cadastros básicos e alimentação do Portal Transparência.

A ação, assim como a reforma administrativa que está em andamento no órgão de controle externo, fazem parte de um amplo projeto de redução de custos que está sendo implementado pela atual gestão do Tribunal de Contas de Mato Grosso, sob a presidência do conselheiro Guilherme Antonio Maluf.

De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação da Corte de Contas, Mateus Dias Marçal, a internalização do sistema foi possível graças a transferência dos códigos fonte do sistema da empresa para o TCE-MT e do sistema em Nuvem para o Data Center do tribunal, bem como a capacitação dos colaboradores da Corte de Contas.

Foto: TCE-MT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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