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Seminário do TCE-MT amplia perspectivas sobre Controle Externo e Meio Ambiente

Para o presidente, a urgência das demandas por sustentabilidade e conservação serão cada dia mais cobradas do poder público, o que torna crucial a atuação do controle externo.

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Política

Assessoria TCE-MT

Noções sobre direito ambiental e administrativo, responsabilidade penal ambiental e parâmetros internacionais de sustentabilidade integram a programação do Seminário Controle Externo do Meio Ambiente, realizado pela Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). Clique aqui para se inscrever.

No dia 22 de setembro, entre 9h e 17h, as questões serão abordadas por instrutores como o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Rogério Schietti Cruz, relator de algumas das decisões mais emblemáticas para a promoção e defesa dos direitos humanos no Brasil nos últimos anos.

Além dele, professores como os doutores Manuel Alberto Restrepo Medina, Monica Sapucaia Machado, Túlio Augusto Tayano e a mestra Cíntia Brunetta tratarão sobre temas referentes a mecanismos indutores da responsabilidade ambiental, ferramentas para a educação ambiental e instrumentos de governança pública e privada.

No total, 300 vagas foram disponibilizadas para participação presencial do evento, que será realizado no Auditório “Lenine de Campos Póvoas” do TCE-MT. As palestras garantem certificado de 8h e serão transmitidas pela TV Contas (Canal 30.2) e pelo Canal da Corte de Contas no YouTube, com participação online ilimitada.

Ao reunir servidores do Tribunal, de instituições parceiras, autoridades, acadêmicos e gestores públicos estaduais e municipais, o Seminário segue a proposta de gestão do presidente do TCE-MT, conselheiro José Carlos Novelli, que prioriza a eficiência na gestão pública e a prevenção de erros por meio da qualificação de gestores.

Para o presidente, a urgência das demandas por sustentabilidade e conservação serão cada dia mais cobradas do poder público, o que torna crucial a atuação do controle externo. “Neste momento em que as nações se debruçam sobre a questão climática, temos que participar do debate na condição de potências ambientais, pois o somos.”

É o que também endossa o presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente, conselheiro Sérgio Ricardo. “São discussões que não podem mais ser adiadas, então o Tribunal traz especialistas que vão falar sobre questões fundamentais para que possamos desenvolver o nosso estado.”

A exemplo do Seminário, fruto de parceria com a Escola de Direito da Alfa Educação (Unialfa/Fadisp), a Corte de Contas vem realizando uma série de encontros voltados à temática. As iniciativas fazem parte de uma extensa programação desenvolvida pela Escola Superior de Contas, sob supervisão do conselheiro Waldir Teis.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT

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Comissão aprova apoio à economia criativa em áreas atingidas por calamidade pública

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1937/24, que prevê a inclusão de diversos setores da economia criativa nos planos de reconstrução e recuperação de áreas atingidas por estado de calamidade pública. O objetivo da proposta, do deputado Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), é garantir auxílio financeiro e incentivo a profissionais e empreendimentos do setor em momentos de crise.

O texto aprovado define como economia criativa atividades ligadas a áreas como arquitetura, artes cênicas, audiovisual, design, moda, música, gastronomia e tecnologia da informação, entre outras.

Formas de apoio
De acordo com o projeto, os planos de recuperação deverão oferecer aos profissionais desses segmentos, sejam eles formalizados ou informais, as seguintes medidas:

  • aporte imediato de recurso financeiro por meio eletrônico;
  • auxílio emergencial mensal;
  • linhas de crédito com juros subsidiados;
  • editais, prêmios e chamadas públicas para projetos; e
  • compras públicas de bens e serviços do setor.

A relatora da proposta, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), destacou que a iniciativa se baseia no sucesso de leis anteriores de emergência cultural. “O projeto busca reproduzir a lógica da Lei Aldir Blanc 2 para situações locais de decretação de estado de calamidade, de modo a transferir recursos da União para os demais entes federativos, garantindo aplicação dos valores transferidos para o setor da economia criativa nessas situações”, explicou.

Mudanças no texto
A proposta foi aprovada com duas modificações sugeridas pela relatora para garantir a segurança jurídica e financeira da medida:

  • cadastro público: foi esclarecido que a exigência de municípios e estados criarem um cadastro de atividades afetadas é obrigatória apenas para o recebimento de recursos transferidos pela União, preservando a autonomia dos governos locais; e
  • linhas de crédito: a concessão de crédito com juros baixos deverá observar a análise de viabilidade financeira e as políticas internas dos bancos.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e sancionado pelo presidente da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Roberto Seabra



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