IFMT VÁRZEA GRANDE

Retomada das obras do IFMT em Várzea Grande deve fomentar a economia local

Foram anunciados o investimento de mais de R$16 milhões, esse é um significativo passo para a consolidação do Parque Tecnológico.

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Política

Foto: Secom/VG

As obras do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Gross (IFMT), em Várzea Grande serão retomadas. A obra estava paralisada a pelo menos quatro anos, a assinatura do convênio foi assinada na semana passada com a participação do Ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Na ocasião, foram anunciados o investimento de mais de R$16 milhões, esse é um significativo passo para a consolidação do Parque Tecnológico que visa fomentar a geração de emprego e renda para a população de Várzea Grande, além de atender a demanda de setores da economia como agronegócio, comércio e a indústria.

O Ministro de Estado da Educação, Milton Ribeiro na visita destacou que uma obra parada por tantos anos é bem preocupante, pois deteriora o patrimônio, além do desperdício com dinheiro público. “Em 1 ano e meio, já terminamos 1.520 obras que estavam paradas em um universo de 4 mil. Isso significa que são três obras e meia sendo concluídas por dia. Não temos dinheiro para desperdiçar. Nossa gestão é séria, a composição do MEC é a melhor, todos têm perfis técnicos e desenvolvemos um trabalho harmônico de transparência em benefício do cidadão. Minha missão é contribuir e servir a nação, vou devolver ao Brasil minha contribuição de vida. Hoje assumo o compromisso de finalizar a construção do campus de Várzea Grande”, sublinhou. O ministro pontuou que na pandemia os protagonistas foram os profissionais da saúde, já a pós pandemia, professores e profissionais da educação serão grandes protagonistas.

Nesta primeira etapa da obra serão injetados cerca de R$ 6 milhões para conclusão do saguão, biblioteca e bloco administrativo. “A segunda etapa visa concluir 20 salas de aula e 14 sanitários. A última etapa é a efetivação da infraestrutura externa, urbanização e estacionamento. O instituto desenvolve em Várzea Grande o ensino médio integrado nas áreas de edificações, logística e desenho da construção civil, além do curso superior Tecnólogo de Gestão Pública. Com o prédio concluído iremos agregar o curso superior de Arquitetura e Mestrado em Desenvolvimento Urbano. A estimativa de conclusão da obra geral é de 2 anos”, destacou o diretor-geral do IFMT Campus Várzea Grande, João Bosco Lima Beraldo.

Evandro Aparecido Soares da Silva, reitor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), ressaltou que o Campus da UFMT de Várzea Grande deve ficar pronto em 5 meses, obra essa que ficou paralisada por 5 anos. O polo de Várzea Grande é atendido temporariamente dentro das acomodações do Campus Cuiabá. “Com a visita do ministro vamos fortalecer o apoio para mais agilidade e celeridade na obra do município. Ao todo, temos 5 cursos voltados para as Engenharias em pleno desenvolvimento, sendo eles: Computação; Controle e Automação: Engenharia de Minas: Engenharia de Transportes e Engenharia Química”, explicou ele.

O Campus provisório do IFMT em Várzea Grande funciona em uma unidade escolar na Região Chapéu do Sol, com 11 salas de aula, 2 laboratórios de informática, 1 laboratório multifuncional, sala de professores, sala de reunião, biblioteca, salas administrativas e cantina. No Campus tem 1000 alunos matriculados em cursos regulares. O IFMT é uma instituição especializada na oferta de educação profissional e tecnológica atuando também na educação básica e superior na pesquisa e desenvolvimento em articulação com a sociedade.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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