“Trabalho intenso”

Resultados da gestão Mauro Mendes interfere na escolha dos adversários

Mesmo com a mudança de partido do presidente, as cogitações favorecem apenas um grupo.

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De pacotes de obras, entre elas, a primeira ferrovia estadual do Brasil, a Vicente Vuolo, saindo de Rondonópolis chegando até Cuiabá, como também a apresentação do maior pacote de redução de impostos da história do Estado, assim está sendo marcada a gestão Mauro Mendes, que no último final de semana, percorreu o interior entregando e lançando obras.

Com o compromisso de pagar os salários dos servidores dentro de cada mês, a atual gestão não mudou apenas o cotidiano dos colaboradores, como também todo cotidiano do comercio, dos mais simples até os atacadistas, de roupas e sapatos, até de carros, a alteração é visível.

Com toda essa evolução, desenvolvimento, incentivo, progresso, dados que credenciam o atual governador para a próxima disputa eleitoral, a grande questão, ainda fica por conta dos adversários, da oposição, ou de uma suposta terceira via.

Para boa parte da população, que acompanhou as últimas gestões, é possível fazer um comparativo do que deixou de ser feito e o que já foi feito, sem falar daqueles que estão por vir, com discursos montados com muitas palavras, porque existem muita diferença em falar que vai fazer e o que está sendo feito.

Nos últimos dias, quando presidente Jair Bolsonaro confirmou a sua filiação no PL, as mudanças começaram acontecer de imediato, cogitação passaram para confirmação, debandada já foi registrada, outras estratégias estão sendo desenhadas, a tendência deste final de ano, pende para uma movimentação intensa, seja no cenário municipal, estadual e federal, das lideranças de bairros, vereadores, prefeitos, deputados, senadores, a “dança das cadeira”, mudou de ritmo.

Diante de tantos fatos, as apostas estão cada vez mais altas, de certo, apenas a natural candidatura a reeleição do governador, Mauro Mendes, do contrário, os adversários ainda estão buscando integrante, componentes, projetos para formação de grupo, que tenham condições e disposição para um embate, resta saber se de última hora, ainda tem condições de disputar para ganhar.

FOTO: RODOLFO PERDIGAO-SECOM-MT

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

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Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

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No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

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O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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