Política
Professores têm 60 dias para apresentar nota fiscal de compra
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Após conferir o valor recebido na conta, o professore deve fazer a aquisição do computador portátil em seu nome
Os professores têm prazo de 60 dias, contados a partir do dia 31 de março, para comprovar a aquisição de notebook com o recurso repassado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) na última semana, no valor de R$ 3.500.
Os profissionais que não o fizerem a declaração terão que devolver os valores recebidos, com correção monetária, por meio de desconto em folha de pagamento em até seis parcelas.
A Seduc-MT orienta que o professor, após conferir o valor recebido na conta, faça a aquisição do computador portátil em seu nome, com as especificações básicas estabelecidas. Depois, deve entregar na secretaria escolar uma cópia da nota fiscal eletrônica e preencher e assinar um termo.
A nota fiscal apresentada deve incluir a a descrição do notebook, como marca, modelo, processador, memória RAM, disco rígido, sistema operacional e número de série do equipamento.
Programa governamental
Por meio de programa instituído por lei pelo Governo de Mato Grosso, cada professor (efetivo e temporário) que está em sala de aula vai receber da Seduc R$ 6.020. Desses, R$ 3.500 já foram transferidos e devem ser usados para a compra de um notebook. Os outros R$ 2.520 serão para aquisição de internet e serão repassados em 36 parcelas de R$ 70.
Além dos professores, o benefício se estende aos coordenadores pedagógicos, assessores pedagógicos, diretores e coordenadores regionais.
A Seduc firmou uma parceria com a Fiemt que garante a todos os servidores da pasta acesso à plataforma Sócio Indústria, que reúne mais de 350 parceiros e oferece descontos exclusivos em diversos setores. Entre estes parceiros há 14 que oferecem notebooks com as especificações mínimas exigidas em decreto da Seduc.
Para acessar o benefício, o servidor da Seduc terá apenas que realizar o cadastro no site www.socioindustria.com.br.
Dúvidas podem ser enviadas ao e-mail computadores.desenvolve@edu.mt.gov.br
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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