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Prefeitura e Intermat trabalham pela regularização fundiária em Rosário Oeste

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Da Redação.

Cumprindo com compromisso de campanha e buscando realizar o sonho dos moradores das comunidades rurais Karajas, Tijuca e Assentamento Belga de Rosário Oeste, o prefeito Alex Berto esteve reunido nesta semana, com representantes do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) para tratar da regularização fundiária da região.

De acordo com informações da Prefeitura, os trabalhos de georreferenciamento dos projetos de regularização, estão sendo realizados pela empresa GEO7 Engenharia Ambiental e Florestal Ltda foi assinada na última semana e a ação deve beneficiar 250 famílias.

O prefeito Alex Betto falou da importância deste trabalho realizado, que além de reduzir os conflitos fundiários, o programa vai melhorar as condições de vida dos produtores rurais, que moram nessas regiões.  Com o título em mãos, eles poderão ter acesso a linhas de financiamento que vão possibilitar melhorar a sua produção e renda familiar”.

O projeto faz parte dos programas “Terra a Limpo e “Mais MT”.  O Governo do Estado prevê investimentos na ordem de R$ 33 milhões.

“O trabalho de georreferenciamento é o marco inicial adequado e correto, que irá dar a segurança para promover a regularização fundiária dos imóveis, possibilitando um passo ainda maior na promoção de políticas públicas aos ocupantes, além de ser um importante mecanismo de desenvolvimento do município”, disse Danilo Fernandes, diretor rural do Intermat.

Moradores dos assentamentos Karajas, Mandiocal , Forquilha do Rio Arruda,  Socó , Tamoio , Tucano , Xavante , Chapadão , João de Barros, Curió , Pavão , Tupinamba , Bakairi , Belga , Bororo , Cachoeirinha , Canário, Cardeal e Kadvel, também participaram da reunião.

A estimativa da Prefeitura é que com a regularização, estimule a geração de emprego e renda, fomentado assim a economia de toda região.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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