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Prefeitura de Sinop anuncia liberação da obrigatoriedade do uso de máscara na Município

A cidade usou as redes sociais para informar à população que, a partir desta terça-feira, o uso do item de proteção contra a covid-19 deixou de ser obrigatório

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Foto: Prefeitura de Sinop

Nesta terça-feira (08), a Prefeitura de Sinop (cerca de 479 km de Cuiabá) anunciou que adotou a decisão do governo do Estado que revogou o artigo 1º do decreto nº 1.134, de outubro de 2021, que obrigava usar máscaras de proteção individual em todo Estado contra a covid-19. 

No documento, o governador decidiu que fica a cargo dos prefeitos a decisão sobre a obrigatoriedade do uso de máscara de proteção individual em espaços públicos e privados, tendo como base as circunstâncias sanitárias locais.

Sinop usou as redes sociais para informar à população que, a partir desta terça-feira, o uso do item de proteção contra a covid-19 deixou de ser obrigatório no município, tornando-se facultativo.

Nova Mutum (cerca de 240 km de Cuiabá) foi o primeiro município a anunciar decisão na última sexta-feira (4). No mesmo dia, a Câmara de Sorriso (cerca de 396 km de Cuiabá) também aprovou a liberação do uso obrigatório da máscaras em locais públicos e privados, sancionada depois pela Prefeitura.

Sinop é a segunda cidade a anunciar a liberação após decisão do governo. O município de Diamantino (cerca de 186 km de Cuiabá) anunciou na manhã desta terça-feira que o uso da máscara na cidade também é facultativo.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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