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Prefeitura de Sinop anuncia liberação da obrigatoriedade do uso de máscara na Município

A cidade usou as redes sociais para informar à população que, a partir desta terça-feira, o uso do item de proteção contra a covid-19 deixou de ser obrigatório

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Foto: Prefeitura de Sinop

Nesta terça-feira (08), a Prefeitura de Sinop (cerca de 479 km de Cuiabá) anunciou que adotou a decisão do governo do Estado que revogou o artigo 1º do decreto nº 1.134, de outubro de 2021, que obrigava usar máscaras de proteção individual em todo Estado contra a covid-19. 

No documento, o governador decidiu que fica a cargo dos prefeitos a decisão sobre a obrigatoriedade do uso de máscara de proteção individual em espaços públicos e privados, tendo como base as circunstâncias sanitárias locais.

Sinop usou as redes sociais para informar à população que, a partir desta terça-feira, o uso do item de proteção contra a covid-19 deixou de ser obrigatório no município, tornando-se facultativo.

Nova Mutum (cerca de 240 km de Cuiabá) foi o primeiro município a anunciar decisão na última sexta-feira (4). No mesmo dia, a Câmara de Sorriso (cerca de 396 km de Cuiabá) também aprovou a liberação do uso obrigatório da máscaras em locais públicos e privados, sancionada depois pela Prefeitura.

Sinop é a segunda cidade a anunciar a liberação após decisão do governo. O município de Diamantino (cerca de 186 km de Cuiabá) anunciou na manhã desta terça-feira que o uso da máscara na cidade também é facultativo.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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