carnaval 2022

Prefeitura de Livramento publica decreto sobre período de expediente no Carnaval

O expediente normal nos órgãos municipais de acordo com o decreto só retorna na quinta-feira, dia 3 de março de 2022

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Política

Foto: Assessoria de Livramento

A Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Livramento/MT, decretou na última terça-feira (22), de como o órgão público municipal irá funcionar durante o período de Carnaval.

De acordo com a norma de n° 023/2022, na segunda-feira, dia 28 de fevereiro, será feriado, assim como na terça-feira, dia 1º de março, também.

Na quarta-feira (quarta-feira de Cinzas), dia 2 de março – ponto facultativo. Dessa forma o expediente normal nos órgãos municipais só retorna na quinta-feira, dia 3 de março de 2022.

Contudo, o decreto não se aplica às áreas de saúde, vigilância sanitária, serviço de limpeza e demais serviços essenciais. Nesses casos, os servidores devem seguir as instruções das respectivas chefias.

Vale também lembrar que devido a grande escalada da Covid-19 no lugar “estão expressamente proibidas” em todo território do Município de Nossa Senhora do Livramento a realização de quaisquer festas, bailes, aglomerações e demais eventos sociais, sejam eles com ou sem fins lucrativos.

O não cumprimento das determinações contidas aqui constituirá ofensa às normas municipais e ensejará a aplicação de multa aos estabelecimentos, embargo e até a cassação da licença de funcionamento do estabelecimento. Os promotores do evento também poderão ser responsabilizados.

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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