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Prefeito trabalha para abrir mais 40 leitos e Cuiabá chegará a 400 para atender casos de Covid-19

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Emanuel Pinheiro trabalha na requisição de novos leitos no Hospital Militar da Capital

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, afirmou que trabalha na requisição para a abertura de mais 40 leitos de enfermaria que atenderá pacientes acometidos pela Covid-19, no Hospital Militar, localizado no bairro Goiabeiras, na Capital.

 “Estamos preparando, ainda não tenho data, porque depende de equipe médica, recursos humanos, equipamentos e uma adequação no local. Mas quero abrir lá mais 40 leitos de enfermaria, chegando a 400 leitos, se Deus quiser entre UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e Enfermarias para salvar vidas e acolher a população cuiabana e a população mato-grossense, nessa guerra travada contra a pandemia da covid, até que chegue a vacina, que é meu foco maior”, disse Emanuel.

Na última semana, o prefeito anunciou a mudança na estrutura do Hospital Municipal São Benedito, transformando-o em hospital referência no atendimento à Covid-19. A unidade de saúde, já disponibilizava para a população 40 leitos de UTI Covid. Com a mudança, o Hospital passa a contar com 60 leitos de UTI e outros 40 leitos de enfermaria, tornando assim, a segunda unidade de saúde referência no atendimento para pacientes com a covid na Capital.

Com a instalação dos novos leitos, a capital passa a ter 155 leitos exclusivos de UTI Covid, distribuídos entre Hospital Referência (95 vagas – sendo 80 para adultos e 15 pediátricas) e outras 60 no São Benedito. 

Além do reforço na terapia intensiva, Cuiabá passa a contar também com mais 109 leitos de enfermaria exclusivas para pacientes com covid-19, sendo 18 na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Verdão, 25 leitos na Policlínica do Verdão, 26 na UPA Sul, que fica no bairro Pascoal Ramos. O Hospital Municipal São Benedito, passa a contar também com 40 leitos de enfermaria para casos de covid-19, assim como o antigo Pronto Socorro, que possui mais 96 leitos de enfermaria.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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