"GOVERNO / 28, 01 E 02"
Prefeito mantém decreto que estabelece ponto facultativo no período carnavalesco em Cuiabá
A decisão levou em consideração o diálogo aberto entre o Executivo Municipal, setores produtivos, líderes religiosos e autoridades sanitárias municipais de Saúde.
Política
O prefeito Emanuel Pinheiro, anunciou, na noite da última terça-feira (22), durante live semanal, que o Decreto Municipal nº 8.888/21, assinado em 22 de dezembro de 2021, continua vigente em Cuiabá.
A normativa estabeleceu no âmbito do município de Cuiabá, o calendário de feriados e pontos facultativos.
Seguindo o decreto, no período de 28 de fevereiro e 1° de Março (Segunda – Feira e Terça – Feira) Carnaval será ponto facultativo. Já no dia 2 de Março (Quarta-Feira de Cinzas) o expediente será após às 13h) sendo ponto facultativo no período da manhã.
O prefeito destacou que a decisão levou em consideração o diálogo aberto entre o Executivo Municipal, setores produtivos, líderes religiosos e autoridades sanitárias municipais de Saúde.
“Conversamos com todos, comércios e igrejas, que foram muito parceiros por sinal. A igreja católica suspendeu o Vinde e Vede. Já, a evangélica, principalmente Assembleia de Deus, o Umadecre, enfim, movimentos cristãos extraordinários de contemplação e aproximação com Deus, optando apenas por manter os retiros espirituais. No ano passado baixei um decreto determinando que no período de carnaval seria dia útil, mas este ano para não prejudicar essas milhares de pessoas que já se comprometeram, principalmente os religiosos e cristãos, vou cumprir o meu Decreto nº 8.888. Nos dias 28, 1º e quarta-feira de cinzas até às 13h ponto facultativo em Cuiabá”, explicou o gestor.
Pinheiro salientou que a deliberação tem como base a diminuição no número de casos confirmados do coronavírus e síndromes gripais, além do avanço na imunização em massa da população cuiabana, possibilitando adoção de medidas mais brandas.
“É muita responsabilidade, mas é dessa forma que agimos para acertar, cuidando da saúde e da vida da nossa gente. Por hora o veto continua, foi o acordo que fiz com vários representantes dos segmentos de Cuiabá. Eu honrei a minha parte e eles também a deles. Não é fácil enfrentar uma pandemia e sobreviver na área de eventos, estamos tentando de toda forma ajudar. Contem comigo”, acrescentou o prefeito.
Para este ano, o decreto abrange 16 datas, sendo 10 feriados e seis pontos facultativos. A novidade se dá pela transformação dos feriados de Dia da Consciência Negra (20/11) e Dia da Nossa Senhora da Conceição (08/12) em pontos facultativos.
Festas públicas e privadas carnavalescas seguem proibidas na capital.
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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