Primeira Live
Prefeito destaca os avanços na saúde em Cuiabá nos últimos meses
Política
Na última quinta-feira (6) os investimentos para saúde pública de Cuiabá foram destaque na primeira live semanal, realizada pelo prefeito da capital Emanuel Pinheiro (MDB). Nos 60 meses de gestão foram entregues 45 obras entre construção de unidades, reformas e ampliações.
O prefeito destacou, que em cinco anos, os investimentos são maciços, contando com parcerias importantes como a do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho.
“Comodidade, conforto à população. Recorre à saúde pública quem não tem condições de pagar um plano privado ou é o SUS ou é o SUS para maioria esmagadora da nossa gente trabalhadora. Por isso, nosso compromisso tem que ser redobrado, trabalhando de manhã, de tarde e de noite. Melhorando, ampliando e reforçando o atendimento, para evitar que o seu quadro da pessoa piore. É essa concepção de inclusão, de justiça social é que eu quero. São essas pessoas que mais precisam dos serviços da Prefeitura Municipal de Cuiabá”, explicou o gestor.
Durante o primeiro mandato 38 unidades básicas de saúde foram reformadas, todas com instalação de ar condicionado em todos os ambientes.
Já no segundo, a população conta com a nova estrutura da Unidade de Pronto Atendimento do Verdão. Em junho de 2020, inicialmente a unidade foi destinada a atuar como centro de referência e apoio ao tratamento de paciente com covid-19 às Upas, Policlínicas e Hospital Referência, mas mediante o avanço da vacinação contra o vírus da covid-19, retomou atividades ao atendimento geral.
O prefeito anunciou, que até o final deste mês irá entregar a UPA Jardim Leblon, e então essa será a única administração a entregar duas UPAS em menos de dois anos.
Destacou ainda o compromisso da gestão em garantir assistência ao trabalhador e a trabalhadora, mediante o programa Hora Estendida, implantado em quatro unidades de saúde, que funcionam até às 21h: Clínica da Família, Tijucal, Parque Ohara e Ilza Terezinha Picolli.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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