CUIABÁ
Prefeito decreta luto oficial de 3 dias pela morte da ex-secretária de Saúde, Suelen Alliend
Ela tinha mais de 18 anos de experiência na Administração Pública, especificamente na área da saúde pública, tendo passado por vários cargos nas Secretarias Municipais de Saúde de Várzea Grande e de Cuiabá.
Política
Consternados, o prefeito Emanuel Pinheiro e a primeira-dama, Marcia Pinheiro lamentam imensamente a morte da ex-secretária de Saúde de Cuiabá, Suellen Alliend. Suelen era natural de Cuiabá, tinha 40 anos e deixa marido e três filhos. O gestor decretou luto oficial de 3 dias no Município.
Ela tinha mais de 18 anos de experiência na Administração Pública, especificamente na área da saúde pública, tendo passado por vários cargos nas Secretarias Municipais de Saúde de Várzea Grande e de Cuiabá. Atualmente estava atuando como Assessora Executiva na Secretaria Municipal de Governo.
“Suelen tinha apenas 40 anos e um profundo conhecimento sobre o Sistema Único de Saúde. Ela era uma pessoa extremamente honesta. Amava o SUS e trabalhou incessantemente em prol dele. Mas ela foi perseguida, difamada, caluniada, vilipendiada durante todo o período em que ficou à frente da Secretaria Municipal de Saúde, por pessoas que não têm 1% do conhecimento que ela tinha sobre saúde pública. Enquanto estava à frente da saúde, ela constantemente visitava as unidades, sobretudo as UPAs e Policlínicas, inclusive à noite, de madrugada e aos fins de semana, sempre no intuito de resolver os problemas que eram constatados. Ela viveu os últimos dois anos sob intensa pressão de todos os lados, no limite do estresse. Infelizmente seu coração não aguentou e hoje perdemos essa guerreira. Mas seu legado na saúde pública de Cuiabá nunca vai morrer”, disse o prefeito”.
Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório.
Política
Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+
Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.
Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.
Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.
Declaração opcional
A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.
A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.
Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.
Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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