PAIAGUÁS EM AÇÃO

Paiaguás entra em campo e reúne deputados e nome de Avallone surge como opção para 1ª secretário AL

Nova proposta é em lançar o nome do deputado Carlos Avallone (PSDB) para a primeira-secretaria.  

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Política

Foto JLSiqueira Secom AL-MT

Atualizada às 13h21 – Uma parte dos deputados da base aliada do governo Mauro Mendes (União), se encontra reunida no Palácio Paiaguás para discutir a eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa (ALMT) que ocorrerá no próximo dia 7 de agosto. E nova proposta é em lançar o nome do deputado Carlos Avallone (PSDB) para a primeira-secretaria.

Conforme notícias veiculadas nos bastidores, o objetivo é tentar mais uma vez demover as 14 assinaturas que a deputada estadual Janaina Riva (MDB) tem em apoio ao seu nome para ser a primeira-secretária.  Durante o encontro, o governo colocará na mesa as declarações do ex-deputado José Riva, pai de Janaina, que teria alertado o governo que a deputada seria empurrada para a oposição, caso o governo use a máquina para derrotada. Na visão do governo, isso seria uma ameaça clara ao governador.

Outro ponto apresentado é o fato de Janaina Riva ter se reunido com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) para conquistar o voto do deputado Juca do Guaraná (MDB). A estratégia é convencer os demais parlamentares, de que essa reaproximação da deputada com o prefeito, poderia manchar a imagem da Assembleia, devido a gestão desastrosa do prefeito Emanuel.

Caso os parlamentares aceitem a proposta, os deputados Beto 2 a 1 (União) e Dilmar Dal Bosco (União) recuariam da disputa.  A eleição da mesa diretora ocorrerá no dia 7 de agosto, durante a primeira sessão após o recesso parlamentar. As inscrições de chapa ocorrem de 2 a 5 de agosto. E o voto será secreto.

 

  

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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