“Neutralização”

Neri Geller e Jair Bolsonaro: jantar das cogitações rumo às eleições

Em meio a formação de grupo e representatividade de adversários, revelações aquecerão disputa eleitoral nos próximos dias.

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

A formação de um grupo de oposição está cada vez mais em iminência, na disputa eleitoral ao Governo do Estado de Mato Grosso, para as próximas eleições, enquanto uma ala fala neutralidade, referente ao apoio do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), outras já enxergam a viabilidade de outros projetos, já que adversários diretos da reeleição presidencial, estão formando grupos e terão representatividade nas disputas regionais.

Não é de hoje que se cogita a formação de grupo, com reais chances de disputar e vencer a corrida eleitoral ao governo do estado de Mato Grosso, há pouco dias, muita força foi exposta, já que em poucas horas, lideranças políticas como o deputado estadual e federal, Neri Geller (PP), o senador da República, Carlos Fávaro, os deputados Max Russi (PSB), Nininho (PSD), Paulo Araújo (PP), os prefeitos, Zé do Patío (PSB) de Rondonópolis e Kalil Baracat (MDB) de Várzea Grande, mostraram que a viabilidade de um embate ferrenho na eleição, não são apenas cogitações.

“Mais de 80 prefeitos e lideranças representando várias regiões do estado, fizeram questão de comparecer no evento político, demonstrando que é possível formar grupo forte”.

Vale ressaltar, que por trás de lideranças que compareceram no evento, estão vários grupos como da família Campos, e dos representantes do agronegócio, mais propriamente dito, do ex-governador, Blairo Borges Maggi.

“O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, adversário declarado do governador, Mauro Mendes, já demonstrou toda disposição para ingressar em um grupo de oposição, para disputar as próximas eleições”.

 

Caso venha se concretizar a formação da oposição, o grupo já partiria com os prefeitos das três maiores cidades do estado, Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis, regiões onde estão concentrados os maiores colégios eleitorais. Sem falar de Sinop, e das regiões produtoras, onde as suas lideranças possuem ligações diretas com representantes deste grupo.

Foto: Assessoria/Divulgação.

Desta forma, afirmar que o deputado federal e pré-candidato a senador da República, Neri Geller esteve em um jantar com o presidente, Jair Bolsonaro falando apenas em neutralidade, é no mínimo estranho.

“O ex-juiz, Sergio Moro, oposição ao presidente da república, assinou sua filiação no União Brasil, partido do governador, Mauro Mendes, que até então, irá representar a sigla, disputando a reeleição, ou não?”.

 

A “conta não fecha”, como o governador de um partido, representando o candidato a presidente de outra sigla, supostamente apoia o senador e pré-candidato a reeleição de outro grupo.

Pelo que tudo indica, a neutralidade divulgada, mas parece ser a neutralização de alguma peça, que até o momento não encaixou nas movimentações política, por mais que se esforce, a imposição está mais desagradando do que agregando, sendo assim, vai praticamente sozinho, colaborando para formação do grupão.

 

Como dizem no pantanal: “Caititu fora do bando, vira comida de onça”.

 

 

 

 

 

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Max Russi reúne multidão em lançamento e ganha projeção para 2030

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O deputado estadual Max Russi (Podemos) deu a largada oficial à campanha pela reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um ato que reuniu mais de 5 mil pessoas na noite de quarta-feira (9), na Musiva, em Cuiabá. O evento reuniu apoiadores de diversas regiões do Estado e também importantes lideranças políticas.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Max teve ao seu lado no palanque o ex-governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que disputa uma das duas vagas de Mato Grosso ao Senado. A presença dos dois reforçou o peso político do evento e a articulação construída em torno da candidatura do parlamentar.

Durante o discurso, Janaina lembrou que Max chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. “Neste ano, o Max Russi seria o governador de Mato Grosso. Não deu para ser dessa vez”, afirmou.

A deputada, porém, já projetou o futuro político do aliado e declarou esperar que ele entre na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2030. “Eu sei que Deus vai me abençoar com o apoio de vocês, eu serei senadora e, em 2030, Max, eu vou estar aqui para te ver governador de Mato Grosso”, disse Janaina.

Além da projeção para a próxima eleição estadual, Janaina também sinalizou apoio à permanência de Max no comando da Assembleia. Ela afirmou que, caso o MDB consiga eleger quatro ou cinco deputados estaduais, a bancada deverá apoiar Russi para continuar na presidência da Casa. “Se nós elegermos quatro, cinco estaduais, todos vão votar no Max para presidente da Assembleia Legislativa”, declarou.

Max foi eleito presidente da ALMT para o biênio 2025-2027. Para continuar à frente do Legislativo, entretanto, precisará primeiro renovar o mandato nas urnas e, posteriormente, construir maioria entre os deputados eleitos para a próxima legislatura.

Com a Musiva lotada e a presença de aliados de diferentes regiões, o lançamento consolidou a largada eleitoral de Max Russi e também expôs um movimento político que vai além de 2026, com aliados já colocando o deputado entre os nomes que podem disputar o Governo de Mato Grosso em 2030.



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