PARCERIA PARLAMENTAR

Na posse parlamentar, Botelho e Max comandam atenções

Tanto ele como Max defendem que deve haver sintonia explícita entre os Poderes (Legislativo, Executivo, Judiciário) para que as coisas possam ser ultimadas agilmente, sem qualquer entrave prejudicial aos objetivos de estabilidade política e administrativa almejados por MT. 

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Foto: omatogrosso

Entre eleitos e reeleitos, as atenções da cerimônia de posse na ALMT recaíram naturalmente sobre os deputados Eduardo Botelho (União) e Max Russi (PSB), respectivamente presidente e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Ambos os parlamentares, em dobradinha parceira por MT, têm conseguido resolver demandas consideradas delicadas, do ponto de vista político e administrativo do território mato-grossense.

Botelho e Max detêm ainda respeitosa notoriedade de dinâmica popular no tocante à resolução de impasses conflitantes. Muitos dificultavam o acesso à consolidação de benefícios por parte de várias categorias profissionais, incluindo reivindicações oriundas do funcionalismo público estadual.

A conquista do RGA, ora incorporado aos proventos, se deve também ao trabalho deles, além da própria decisão do governador Mauro Mendes em bater martelo satisfatório nessa questão.

“Nós trabalhamos com enfoque geral, de amplitude resolutiva. Entendemos perfeitamente as demandas de Mato Grosso, e conhecemos cada palmo desse território tão rico, porém com deficiências gritantes, a exemplo da área social. Há, no entanto, esforço concentrado da ALMT em auxiliar o governo para saná-las.  Temos apoiado o governo estadual em tudo aquilo que for de interesse coletivo da população”, destaca o presidente Eduardo Botelho.

Tanto ele como Max defendem que deve haver sintonia explícita entre os Poderes (Legislativo, Executivo, Judiciário) para que as coisas possam ser ultimadas agilmente, sem qualquer entrave prejudicial aos objetivos de estabilidade política e administrativa almejados por MT.

“Temos essa visão de harmonizar questões aparentemente acirradas, não polarizando-as de forma radical, mas sempre em tom democrático. É desse modo que conseguimos tantas coisas para melhorar nosso Estado, compartilhando ações públicas que o Executivo desencadeia diuturnamente”, explica Max Russi.

Isso pôde ser comprovado, observam os parlamentares, quando da disputa recente pelos cargos majoritários da Mesa Diretora do Parlamento, chapa composta consensualmente.

“Eu e Max tínhamos exposto franco desejo pela presidência da Casa de Leis. Ouvimos, primeiro, as bases partidárias, e conversamos entre si e com outros aliados. Sem atropelos, tudo foi resolvido a contento. Novamente formamos aliança para sequenciar exitoso trabalho parlamentar. Que, aliás, tem sido amplamente favorável à expectativa mato-grossense”, assinala Botelho.

Max reafirmou, por sua vez, que essa disputa [pela Mesa Diretora] foi de fato pautada pelo entendimento de que cargos podem ser ocupados e funções desenvolvidas em clara sintonia entusiástica de trabalhar pelo bem coletivo.

“Não prevaleceu, em nenhum momento, quaisquer interesses pessoais, pois entendemos que MT precisa é de representantes que se sintam efetivamente motivados a entabular luta ininterrupta pelo seu desenvolvimento, somando-se à melhoria das condições de vida de sua população. É o que temos feito amorosamente no desempenho dos cargos parlamentares”, diz o primeiro-secretário Max.

Por JCQ, redação omatogrosso.com

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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