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MT: governador consegue aprovação para aumentar percentual de vacinas às Forças de Segurança

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Já estão sendo tomadas as providências para que nesta terça-feira (06.04), seja iniciada a aplicação dessas doses

Da Redação

O governador Mauro Mendes conseguiu a aprovação, junto ao Ministério Público Estadual e ao Conselho dos Secretários Municipais de Saúde, para aumentar o percentual a ser disponibilizado para a vacinação das Forças de Segurança de Mato Grosso. 

“A proposta que apresentamos e que conseguimos a aprovação foi para destinar em todos os lotes de vacina que vierem para Mato Grosso, 5% das doses para a imunização dos profissionais das Forças de Segurança”, afirmou o governador.

A decisão de aumentar a quantidade de dose disponibilizada foi definida na noite deste domingo (04.04), após uma reunião do governador com os secretários de Estado Alexandre Bustamante (Segurança Pública), Gilberto Figueiredo (Saúde), Francisco Lopes (Procuradoria Geral), Mauro Carvalho (Casa Civil) e Rogério Gallo (Fazenda). 

“Assim que terminamos a reunião já nos mobilizamos e ligamos para o procurador-geral de Justiça, José Antonio Borges, e o presidente do Cosems, Marco Antonio Noberto Felipe, e conseguimos a validação da proposta. Todos compreenderam que é necessário aumentar as doses disponibilizadas às forças de segurança, porque esses homens estão na linha de frente do combate à Covid-19 e estão colocando suas vidas em risco pelo bem da população”, destacou Mauro Mendes. 

Segundo o governador, o momento é de tomar decisões que possam contribuir para que os profissionais que atuam na linha de frente se sintam seguros. 

Na última remessa de vacina, feita pelo Governo Federal, foi disponibilizado para Mato Grosso 896 doses para aplicar o imunizante nos integrantes da Força de Segurança no Estado. 

Já estão sendo tomadas as providências para que nesta terça-feira (06.04), seja iniciada a aplicação dessas doses.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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