CALAMIDADE

MENDES ORGANIZA FORÇA-TAREFA DO ESTADO PARA SOCORRER POPULAÇÃO DE CÁCERES

Segundo o chefe do executivo de MT, o prédio da Escola Técnica Estadual foi colocado à disposição do município para recebimento de doações e abrigo para as famílias desalojadas

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O governador Mauro Mendes (UNIÃO) afirmou ainda neste domingo (11) que o Estado já atua em uma força-tarefa para auxiliar a população atingida pelas enchentes em Cáceres, no último sábado (10). A prefeitura da cidade decretou situação de emergência e calamidade pública no mesmo dia.
Segundo o chefe do executivo mato-grossense, o prédio da Escola Técnica Estadual foi colocado à disposição do município para recebimento de doações e abrigo para as famílias desalojadas.
Além disso, de acordo com ele, equipes da Secretaria de Assistência Social (Setasc), a pedido da primeira-dama Virgínia Mendes, já estão no município para levar alimentos, leites e ajudar as famílias que ficaram desabrigadas.
“A Defesa Civil Estadual também está atuando no município e vai ajudar a mapear a situação. Seguimos aqui em oração e trabalhando para ajudar essas famílias”, disse o governador.

Apoio de outros políticos
Diversos políticos também se manifestaram em solidariedade à população cacerense.
Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Botelho prestou todo apoio do seu gabinete para superar a situação calamitosa. “Garanto todo meu empenho neste triste momento!”, afirmou.
A deputada Janaina Riva está acompanhando as consequências da chuva, e afirmou que está protocolando documento com o governo para solicitar a formação de força-tarefa entre as secretarias para prestar o devido suporte.
“Estamos acompanhando com preocupação as consequências da chuva que atingiu Cáceres ontem, deixando dezenas de famílias desabrigadas e causando muitos prejuízos materiais. Graças a Deus, não há notícias de mortos ou feridos”, manifestou Janaina.
Deputado Júlio Campos se colocou à disposição, juntamente com o Senador Jayme Campos, para ajudar  os poderes municipais a solucionarem os problemas ocasionados pela chuva.
Senador Jayme deve ir pessoalmente à Cáceres na sexta-feira para ouvir das autoridades e população quais as necessidades do município. “Quero agir de forma rápida e assertiva para ajudar todo povo cacerense”, prontificou.
Também o senador Wellington Fagundos também se colocou à disposição para ajudar no que for possível. “Vamos juntos superar essa situação e oferecer apoio às famílias desabrigadas. Para quem precisa de ajuda ou deseja contribuir, o ponto de apoio na Escola Técnica Estadual está disponível. Agora é hora de unir forças para ajudar a amenizar o estrago causado”.

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Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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