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Mauro Mendes fala sobre participação de Mato Grosso na COP-26

Somos o maior produtor de alimentos do Brasil e viemos aqui na COP para falar isso, sobre a nossa preservação ambiental e sobre a grande capacidade que Mato Grosso.

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Foto: Joven Pan

Em entrevista à Jovem Pan, na manhã desta segunda-feira (08), o governador Mauro Mendes destacou os esforços do Estado em prol de reduzir as emissões de carbono e aprimorar a produção sustentável.

O gestor afirmou que as estratégias levadas por Mato Grosso à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26) já têm sido colocadas em prática há anos pela atual gestão.

“Nós no Estado de Mato Grosso somos o maior produtor de alimentos do Brasil e viemos aqui na COP para falar isso, sobre a nossa preservação ambiental e sobre a grande capacidade que Mato Grosso e o Brasil tem de produzir alimentos para nós brasileiros, e para boa parte do mundo que consome os nossos produtos”, disse.

Mauro Mendes reforçou que 62% do território mato-grossense continua totalmente preservado, o que equivale ao território da Nova Zelândia, Dinamarca e Reino Unido, juntos.

“O nosso estado assumiu uma meta um pouco mais ousada, de que até 2035 vamos zerar as nossas emissões de carbono, 15 anos antes da meta global. Isso porque nós já estamos fazendo, tomando uma série de providências há anos para reduzir a emissão de carbono, ter uma economia verde, sustentável, com grande preservação”, destacou.

Para o governador, a discussão sobre o clima é “extremamente importante” e nos últimos anos foram dados sinais “incontestáveis” de mudanças climáticas ocasionadas pelo aquecimento global.

“Isso vai exigir de todos nós um nível de esforço na forma de consumir, na forma de produzir alimentos, e de criar uma nova economia, a economia verde, com baixa emissão de carbono para que nos próximos anos possamos reduzir essa emissão e os efeitos das mudanças climáticas”, finalizou.

Além disso, Mato Grosso reduziu 20,5% do desmatamento ilegal e 52,2% dos incêndios florestais de 2020 para 2021.

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Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+

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Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.

Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.

Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.

Declaração opcional

A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.

A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.

Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

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Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

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No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

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O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.

Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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