UNIÃO E TRABALHO EM APOIO A BOTELHO
Mauro, Botelho e Max podem ser protagonistas na corrida rumo ao Alencastro
Botelho tem a seu favor nomes que podem promover reviravolta de impacto vitorioso fulminante já no primeiro turno das eleições em Cuiabá
Política
Três dos principais nomes da política mato-grossense podem unir forças e protagonizar resultado vitorioso na eleição do próximo prefeito da capital: o governador Mauro Mendes e os deputados estaduais Eduardo Botelho e Max Russi. Acaso Botelho [hoje em destaque nas pesquisas informais] tenha o aval dos dois, sem dúvida será nome imbatível nas urnas.
Por enquanto, a corrida ao Palácio Alencastro praticamente não tem outras opções capazes de convencer o eleitorado cuiabano, à exceção de aventureiros paraquedistas, sem qualquer qualificação administrativa. Pelas leis eleitorais, qualquer um pode se candidatar.
Diante dessa nebulosidade, o nome de Botelho surgiu naturalmente, constituindo-se na ponte solidamente confiável que o eleitorado deseja ver no Alencastro.
Pela imposição de importância que o cargo de prefeito requer, o eleitor não quer desperdiçar seu voto, preferindo optar por quem realmente entende de administração e merece total confiança. Melhor: por pessoas com trabalho comprovado na condução de órgãos públicos.
Na análise de experts em política, acaso os três nomes acima formalizem consenso para este certame, possivelmente com Botelho na cabeça de chapa do páreo, isto representa vitória segura. O eleitor – assinalam – sabe que é preciso investir em quem pode fazer algo realmente útil para resolver demandas coletivas do município.
TRABALHO COMPROVADO
O atual presidente da ALMT, Eduardo Botelho, registra trabalho tradicional em contato direto com o povo, sendo referência parlamentar das lideranças comunitárias em todo o Estado. Sistema de atuação que caracteriza sua trajetória na vida pública e privada.
Botelho afirma que quer ser prefeito de Cuiabá para que a capital mato-grossense se torne modelo referencial, contabilizando perfil de avanço progressista em todo o país.
Na presidência da ALMT, após passar pela 1a. Secretaria do Parlamento, Botelho prova que administrar – e nortear ações coletivas aos habitantes de MT – é algo que realiza com tranquilidade resolutiva e de forma prazerosa, pelo sentimento natural de servir à população conterrânea.
Se eventualmente contar com o apoio do governador, Botelho terá trânsito folgado para disputar a Prefeitura.
Explica-se: ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes assumiu o comando do Palácio Alencastro numa situação quase caótica, em termos de equilíbrio das contas públicas.
Também se deparou com sucateamento geral das unidades educacionais, de saúde e outros órgãos do município. Mendes não delegaria escolha pessoal a quem não tem capacidade.
“Desejo ser prefeito para que Cuiabá, após cumprir meu mandato, esteja bem melhor”, disse Mauro Mendes aos jornalistas, na época.

Governador Mauro Mendes/SECOM/MT
O então prefeito Mauro Mendes cumpriu isso rigorosamente: transformou Cuiabá numa capital de parques aconchegantes; regularizou as contas públicas, reformou e ampliou imóveis públicos sucateados.
Na sua gestão, a capital vivenciou ininterrupto canteiro de obras.
Mauro tem repetido essa mesma conduta de bom gestor à frente do governo estadual, e foi reeleito justamente por sequenciar trabalho que a população já aplaudiu no primeiro turno.
Deve ser ressaltado ainda o seguinte: na administração de Mendes, o fantasma de atraso salarial dos servidores e pagamento aos fornecedores também deixou de existir.
No dia a dia administrativo, o governador continua a surpreender com ineditismo visionário em todas as frentes públicas, construindo mais escolas, hospitais, asfaltando cidades, rodovias e amparando uma série de instituições sociais. A modernização das unidades públicas em todo o Estado é tônica do atual governo.
“Com um cabo eleitoral dessa envergadura, é vitória certa”, é o comentário de mais analistas políticos. Em síntese, Botelho, de comprovada competência no trato das coisas públicas, trilha marcha de seguro destino rumo à cadeira 01 do Palácio Alencastro.
MAX RUSSI
Igualmente capacitado, o deputado estadual Max Russi, ex-presidente do Parlamento Estadual, ora à frente da 1a. Secretaria da ALMT, desfruta de estreita ligação com as lideranças comunitárias da capital e do interior de Mato Grosso.
Russi, ex-prefeito, conhece bem os meandros administrativos, e disse que a função de governar Cuiabá não difere de outras cidades, apenas do porte.

Foto: Marcos Lopes
“É como se você saísse do volante de um carro pequeno para assumir o controle de um maior. O sistema operacional é idêntico; você precisa apenas de readequações e maior atenção para os espaços que porventura quiser avançar”, exemplifica.
O fato é que as eleições municipais em Cuiabá prometem, desde já, sereno clima consensual em torno de Eduardo Botelho para suceder a atual gestão. Com apoios precisos, estratégicos, além do seu próprio nome, será difícil que o presidente Botelho encontre resistência ameaçadora ao seu projeto de governar o município cuiabano.
Por João Carlos de Queiroz, jornalista
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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