fim da 'novela'

LÚDIO CABRAL É O ESCOLHIDO DA FEDERAÇÃO PARA DISPUTA DE PREFEITO DE CUIABÁ

Foi acertado também que a Federação caminhará unida e buscando ampliar o arco de alianças com a Federação Psol e Rede, e com o PDT.  

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Foto: Secom- ALMT

ATUALIZADA às 11h33 – O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) acaba de ser definido candidato a prefeito da Federação PT, PV e PCdoB nas eleições da disputa de Cuiabá deste ano. A decisão foi confirmada nesta sexta-feira (31), após o vice-prefeito José Roberto Stopa (PV) recuar da disputa. O entendimento começou a ser costurado ainda no último fim de semana, quando o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), passou a participar das articulações.

Na reunião, que contou com a presença dos presidentes do PT, PV e PCdoB, Fávaro, Lúdio e Stopa, foi acertado que a Federação caminhará unida e buscando ampliar o arco de alianças com a Federação Psol e Rede, e com o PDT.

Maiores informações em instantes

 

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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