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LIDERANÇAS PEDEM PARA BOTELHO IMPULSIONAR DESENVOLVIMENTO NA BAIXADA CUIABANA

O pré-candidato defende a execução de um projeto, em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa

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Política

Secom AL-MT

Diversas lideranças de variadas comunidades da baixada cuiabana foram recebidas pelo deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, nesta terça-feira (19), na sala do Colégio de Líderes. Na pauta, as comunidades urbanas e rurais solicitaram perfuração de poços artesianos, iluminação e fomento a agricultura familiar.

O professor do Instituto Federal de Mato Grosso – IFMT Bela Vista, Dorival Costa, falou sobre a importância da ampliação de capacitação para o plantio e produção de óleos a partir da planta melaleuca, projeto executado com as famílias da comunidade Ecovila Amor de Cristo, em Cuiabá, por meio de emenda de Botelho.
Já a escassez de água potável foi abordada pela

A liderança Eliete Sopinske, do Aguaçu e Distrito da Guia citou a escassez de água potável e solicitou ao deputado Botelho para ser inclusa no programa de poços artesianos e a possibilidade de trabalhar com barragens nas comunidades rurais.
Carmen Lúcia Mendes Leite, presidente da comunidade rural Terra Vermelha agradeceu o recebimento de uma patrulha mecanizada e pediu investimentos em água, estradas e ponte.
Para Botelho, o diálogo com as lideranças é fundamental para que as melhorias aconteçam, especialmente, se estiverem organizadas por meio de associações ou cooperativas. Defensor do fortalecimento da agricultura familiar, o presidente destacou algumas ações já realizadas para os pequenos produtores: Construção de tanques de peixes; Regularização fundiária; Entrega de equipamentos como patrulha mecanizada; Veículos utilitários e insumos.
O pré-candidato defende a execução de um projeto, em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural – Empaer, para cultivo de plantas que possam potencializar os recursos da família rural, por exemplo, mudas de banana e café.
“Esse programa de mudas pode agregar valor ao pequeno produtor que precisa potencializar ao máximo os recursos da terra. Por isso, são importantes reuniões ampliadas como esta que trazem novas ideias, novos produtos que precisam ser colocados no mercado. Sou um grande defensor da agricultura familiar”, destaca Botelho.
Mais ações
Outra liderança, Flavio Thompson falou sobre a importância da ampliação do projeto educativo regional nas escolas.
Jaqueline Coelho, presidente da comissão de pais que representa moradores dos bairros Industriário 1 e 2, São Sebastião e Jardim Botânico, reivindicou melhorias à região, uma delas é a sinalização de ruas, que já rendeu um abaixo-assinado encaminhado à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana – Semob.
Já a comissão Feras da Podologia, representada por Vera Santana, solicitou apoio à inserção de podologia na saúde pública.
Bairro Novo Terceiro em Festa
Andréia Dias, da Associação dos Moradores do Bairro Novo Terceiro, aproveitou a reunião para convidar Botelho para a festa dos 50 anos do bairro Novo Terceiro. Agradeceu o deputado que consolidou, por meio de emendas, o asfalto no bairro. “Nosso sofrimento acabou”, celebra Andréia.

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Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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