Política
Levantamento das paredes frontais avança e nova Vila Cuiabana começa a ganhar forma
Política
Da Redação
A Prefeitura de Cuiabá segue avançando com o trabalho de restauração da Vila Cuiabana, localizada na Orla do Porto. Quem passa pelo local já consegue observar a nova estrutura ganhando forma, por meio do levantamento das paredes frontais. O processo é coordenado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e tem previsão de ser concluído ainda neste primeiro semestre de 2021.
A construção da nova Vila Cuiabana já passou pelas etapas de limpeza do espaço, cercamento com tapumes, visando garantir a segurança dos trabalhadores e pedestres, e instalação dos pilares de sustentação e vigas transversais. Após o fim do levantamento das paredes de alvenaria, a obra entrará na fase artística-arquitetônica, mantendo as características originais da cenografia.
Neste momento, as equipes atuam em duas frentes diferentes, sendo uma no assentamento dos tijolos e outra no reboco das paredes. “É mais uma obra de qualidade que, em breve, vamos entregar à população, como é marca da gestão Emanuel Pinheiro. A estrutura será devolvida com sua característica original e voltará a ser mais um cartão postal da nossa cidade”, explica o diretor-presidente da Limpurb, Vanderlúcio Rodrigues.
Orçada em R$ 1.151.791,16, a restauração foi determinada pelo prefeito Emanuel Pinheiro após a constatação de problemas na antiga estrutura. Entregue em 2016, a Vila Cuiabana teve como base de construção madeira de compensado que, por conta da fragilidade do material, se deteriorou com o passar do tempo. Agora, o Município trabalha para que a população possa usufruir de uma obra definitiva, feita em alvenaria.
“Recebemos a Vila Cuiabana em 2017 já com uma série de problemas causados pelo uso de um material que não oferece a resistência adequada para esse tipo de obra. Por muitas vezes, tentamos resolver apenas com o serviço de manutenção. Mas, infelizmente, chegou um momento que ficou muito claro a necessidade da reconstrução, pois passou de um cartão postal para algo que oferecia risco aos visitantes”, aponta Vanderlúcio.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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