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KALIL MOSTRA APOIO A CANDIDATURA DE EDUARDO BOTELHO PARA PREFEITO DE CUIABÁ

Baracat pediu permissão ao seu partido para não subir ao palanque do provável candidato a prefeito de Cuiabá, o empresário Domingos Kennedy

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Política

Foto: Reprodução/Olhardireto

Kalil Baracat (MDB), candidato à reeleição a prefeito de Várzea Grande, disse que pediu permissão ao seu partido para não subir ao palanque do provável candidato a prefeito de Cuiabá, o empresário Domingos Kennedy (MDB), para estar ao lado do seu “parceiro”, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), que também vai disputar o cargo de prefeito da capital do estado.

“É meu parceiro de primeira hora, um grande político, me ajudou muito na minha administração, eu só tenho que elogiar e agradecer Botelho, que conte comigo, porque tem um parceiro aqui, tem um amigo, nós somos de partidos diferentes, mas eu sou grato ao Botelho e pedi licença ao meu partido para declarar essa fidelidade ao deputado Botelho e pré-candidato a prefeito de Cuiabá”, comentou prefeito de Várzea Grande.

Segundo Kalil, não poderia ficar neutro no processo eleitoral da Cuiabá porque o presidente da Assembleia auxiliou na captação de recursos para desenvolvimento de Várzea Grande.

Baracat ressalta que Botelho, poderia ter sido prefeito de Várzea Grande, assim como foi cogitado há três anos, porém deixou o projeto para que pudesse caminhar junto no processo de reeleição.

“Ele poderia ter vindo ser candidato a Várzea Grande, não veio, me apoiou e me ajudou, o desprendimento que o Botelho teve e é um parceiro.

Botelho me ajudou muito, inclusive nos convênios da educação, saúde e infraestrutura. Boa parte, quem conseguiu esses convênios junto ao governo, foi o presidente da Assembleia e hoje pré-candidato a prefeito de Cuiabá”, relembrou.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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