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Kalil discorda da ideia de Júlio Campos de privatizar DAE: ‘’Não vamos discutir isso”

Tenho muitos investimentos sendo feito pela prefeitura. Eu não vou discutir essa questão agora, diz prefeito Kalil.   

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Tenho muitos investimentos sendo feito pela prefeitura. Eu não vou discutir essa questão agora, diz prefeito Kalil.     

Quanto a polêmica questão criada pelo deputado Júlio Campos (UNIÃO) de total apoio a ideia de privatização do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande, o prefeito Kalil Baracat (MDB), desconsiderou totalmente a proposta. O gestor disse que tem programado investimentos no setor e que não discute o assunto, por enquanto.

“Tenho muitos investimentos sendo feito pela prefeitura. Eu não vou discutir essa questão agora. Vou esperar entregar todas as obras, obras de captação, distribuição de água, de esgoto e aí nós vamos discutir num outro momento. Então, acho que uma discussão que não comporta neste momento, não vamos discutir isso”, destacou durante entrevista à imprensa nesta quarta-feira (15).
Júlio Campos destacou que a única opção para resolver o grande gargalo da cidade em saneamento básico é a privatização do DAE. A ideia também é defendida pelo grupo de oposição a Kalil.
A ideia do deputado Júlio Campos, antigo ex-prefeito da cidade é entregar a gestão do saneamento básico para um grupo empresarial forte para que seja feito um investimento de mais de R$ 1 bilhão. Júlio ressaltou que caso a autarquia continue ativa, o problema vai continuar em Várzea Grande.
Ele disse que tem sugerido o tema para o atual prefeito Kalil, que ainda não colocou em prática, o que para ele é resultado de falta de vontade e de decisão política.

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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