Reeleição 2024

Kalil define presidente da Câmara de Vereadores como seu vice na corrida pela reeleição

Prefeito Kalil vem liderando todas as pesquisas já realizadas, nos últimos meses

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Política

Secom Prefeitura de Várzea Grande

ATUALIZADA ÀS 16h02  – O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), definiu nesta segunda-feira (1) o nome do presidente da Câmara de Vereadores, Pedro Paulo Tolares, Pedrinho (UNIÃO), como seu vice na disputa pela reeleição em outubro. Apesar da escolha cravada, a oficialização só ocorrerá na sexta-feira (5).

Kalil escolheu essa data após a reunião desta segunda-feira (1) na sede da sigla, quando 4 nomes do União Brasil foram colocados como opção ao gestor. “Nós apresentamos o nome do Pedrinho, dos vereadores Pablo Pereira e Rosy Prado, e do empresário Elias Domingos. E o prefeito Kalil pediu um prazo até sexta-feira para conversar com os partidos aliados”, disse o deputado estadual Júlio Campos (União) logo após a reunião.

Segundo o parlamentar, Kalil quer conversar com os 10 partidos aliados, para depois, anunciar a sua decisão. “O Pedrinho é o presidente da Câmara e tem apoio de 15 vereadores, que querem ele como vice. Então ele acaba mostrando uma força política grande. E isso deve se confirmar na sexta-feira”, completou Júlio.

Prefeito Kalil vem liderando todas as pesquisas já realizadas, nos últimos meses e conquistou o apoio de 10 partidos para o projeto de reeleição. Além do MDB e União Brasil, também apoia o gestor, o Agir 36, Novo, PDT, PP, PRD, PSB, PSDB e Republicanos.

Também vão a disputa pelo comando do Paço Couto Magalhães, sede da Prefeitura de Várzea Grande, a professora Leliane Borges pelo PT, a advogada Flávia Moretti que coloca seu nome pelo PL e Milton Dantas do PSOL. Várzea Grande é o segundo maior colégio eleitoral com 178.509 eleitores aptos a votarem, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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