MAIS SAÚDE EM VÁRZEA GRANDE
Kalil anuncia mais 212 agentes de Saúde em entrega de kits e materiais de proteção
COM A HOMOLOGAÇÃO DOS 212 AGENTES DE SAÚDE, A COBERTURA DA ATENÇÃO PRIMÁRIA PASSARÁ DE CERCA DE 70% PARA 92%
Política
Várzea Grande planeja a adoção de medidas para que a Cobertura da Atenção Primária supere 90% de toda a população da cidade, hoje estimada em mais de 315 mil habitantes.
Isso quer dizer que a Saúde Municipal quer se antecipar no cuidado disponibilizado às pessoas para evitar que elas fiquem doentes, ou seja: fazer uma atuação preventiva, o que evitaria doenças. E mesmo se manifestando, os cuidados exigiriam menos dos médicos, menos recursos, assegurando maior chance de tratamento e, eventualmente, a cura.
Para colocar em prática a prevenção e o tratamento, o profissional mais apropriado é o Agente Comunitário de Saúde (ACS), que integra a equipe de Atenção Básica à Saúde. É esse servidor(a) quem atua no desenvolvimento de ações para promoção da saúde e prevenção de doenças.
O agente comunitário possui atuação em ações educativas de saúde junto à população, visto atende em casas, bairros e comunidades. Está apto a integrar população e equipes de saúde em suas ações de educação (prevenção e promoção) sanitária.
A sua atuação poderá envolver grupos específicos e peculiaridades sobre determinada localidade. Portanto, o conhecimento desse profissional deverá ser abrangente tanto na questão social, como, também, nas questões geográficas e demográficas.

SECOM/VG
“Os profissionais de saúde de Várzea Grande, principalmente os agentes comunitários de Saúde, estão dando o melhor de si. Mesmo diante de tantos desafios, como ocorreu durante a pandemia da COVID 19, e agora, quando retomaram suas atividades de Saúde Preventiva, indo de casa em casa, cuidando dos cidadãos várzea-grandenses”, disse Kalil Baracat.
O prefeito destacou que sua gestão tem procurado avançar em ações voltadas à categoria dos ACS, a exemplo da luta pela regulamentação da carreira.
“Na qualidade de prefeito de VG, assinei o ato de regulamentação da referida lei. E ainda vamos pagar no salário de abril – e que se encontra reservado no Tesouro Municipal – os valores dos benefícios salariais. Isso porque já a aprovação dessa lei foi com data retroativa, quando já desempenhavam suas funções”.
A fala do prefeito aconteceu durante o encerramento do curso de capacitação dos profissionais da Saúde Pública de Várzea Grande para diagnóstico de casos de hanseníase e entrega de uniformes e kits de materiais de proteção para os mais de 164 agentes de Saúde.
“Um dos papéis da gestão é investir em condições de trabalho aos servidores públicos. Hoje, estamos entregando os kits, mas sempre continuaremos em busca de mais melhorias, pois eles (Agentes Comunitários de Saúde – ACS) desempenham algo essencial: é o cuidado à prevenção com a saúde das pessoas. Quanto mais prevenirmos, menos recursos e material humano será necessário para se combater doenças”, disse o prefeito.
Kalil lembrou que, quando assumiu a Prefeitura, a cobertura pela Atenção Primária estava em 26%. Na sequência, foram homologadas 68 novas equipes, subindo para quase 70%, a cobertura.
“Agora, já autorizamos o processo seletivo para empregar mais 212 novos agentes de Saúde, o que vai elevar a cobertura para 92%, ou seja: em todas as áreas e bairros da cidade teremos agentes comunitários de Saúde. Agradecemos a todos pelos serviços prestados ao município e pela confiança depositada em nossa gestão”, frisou.

SECOM/VG
A entrega de uniformes e kits de proteção foi realizada no Centro Universitário Várzea Grande (UNIVAG), no encerramento do curso de capacitação aos agentes sobre hanseníase. Os Kits são compostos de bolsa, chapéu, camisetas, manga longa, calças, calçado ocupacional e crachás.
A cerimônia foi prestigiada maciçamente por profissionais da Saúde em Várzea Grande e políticos que integram a esfera municipal, representados pelo presidente do Legislativo, Pedro Paulo Tolares.
Contou também com a participação do secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, e do superintendente de Atenção Primária à Saúde, Geovane Renfro.
Fonte: SECOM-VG
Política
Eleitores aprovam mudanças territoriais em quatro municípios de MT
Eleitores de quatro municípios de Mato Grosso aprovaram, em plebiscitos realizados no domingo (25), propostas de mudanças nos limites territoriais de Poxoréu, Primavera do Leste, Colniza e Cotriguaçu. As consultas populares ocorreram durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Apesar da aprovação nas urnas, as alterações não serão imediatas e dependerão da tramitação e votação de projetos de lei na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
A expectativa é que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) comunique oficialmente nos próximos dias os resultados à Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Após o recebimento das informações, serão elaborados e apresentados os projetos de lei necessários para dar continuidade ao processo de alteração dos limites municipais.
Nos municípios de Poxoréu e Primavera do Leste, a proposta de desmembramento do distrito de Nova Poxoréu, atualmente pertencente a Poxoréu, para sua incorporação à Primavera do Leste recebeu 41.590 votos favoráveis, o equivalente a 74,66% dos 55.706 votos válidos. Outros 14.116 eleitores, 25,34%, votaram contra a mudança.
Já em Colniza e Cotriguaçu, a proposta de transferir as ilhas de ocupação do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, atualmente vinculadas territorialmente a Colniza, para Cotriguaçu também obteve ampla aprovação. Foram registrados 17.723 votos favoráveis, correspondentes a 86,61% dos votos válidos, enquanto 2.739 eleitores, ou 13,39%, se manifestaram contrários à proposta. A abstenção foi de 6.446 eleitores.
O procurador-geral da ALMT, Ricardo Riva, explicou que a Lei Complementar Federal aprovada em 2026 criou as condições legais para que o estado possa promover alterações nos limites territoriais entre municípios. Segundo ele, antes da nova legislação, leis estaduais que tratavam do desmembramento de áreas municipais eram declaradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal de Justiça, devido à ausência de uma norma federal que regulamentasse o procedimento.
Ricardo Riva destacou que a realização de plebiscito, isoladamente, não era suficiente para viabilizar as mudanças territoriais. “O processo exige o cumprimento de etapas legais, que incluem estudo de viabilidade municipal, consulta à população por meio de plebiscito, observância da legislação complementar federal e aprovação de lei estadual para formalizar a alteração dos limites entre os municípios envolvidos”, afirmou o procurador.
Legislação – Mesmo com a aprovação popular, a redefinição dos limites municipais não ocorre automaticamente. Segundo o subprocurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Gabriel Machado dos Santos, caberá ao Parlamento estadual analisar e votar as propostas legislativas que formalizarão as mudanças e estabelecerão as condições administrativas decorrentes da nova configuração territorial.
Entre os aspectos que deverão ser considerados estão a delimitação das áreas transferidas, a responsabilidade pela prestação dos serviços públicos e os impactos financeiros e orçamentários para os municípios envolvidos.
“Depois do plebiscito, sendo aprovada a proposta, a Assembleia terá que regulamentar essas questões por meio de lei. É nessa fase que serão definidos os limites territoriais e analisados os impactos administrativos e orçamentários. Não é uma mudança automática. Existe um procedimento legal que precisa ser concluído para que a nova configuração territorial seja efetivada”, explicou o procurador.
O consultor de Serviços Legislativos, Gabriel Lucas Scardini Barros, afirmou que é preciso apresentar um projeto de lei para cada alteração territorial, com as modificações necessárias nas leis que estabelecem os limites dos municípios envolvidos.
As matérias seguirão a tramitação legislativa ordinária, sem prazo específico para aprovação ou previsão de urgência. Dessa forma, o resultado favorável nas urnas representa uma etapa importante do processo, mas não determina quando as mudanças serão efetivamente implementadas.
“Será apresentado um projeto de lei para cada alteração territorial, com a modificação das leis que estabelecem os limites dos municípios envolvidos. Não há previsão de urgência para a apreciação das matérias. Os projetos seguirão os procedimentos regimentais da Assembleia Legislativa”, explicou Gabriel Barros.
Fonte: ALMT – MT
-
Polícia6 dias atrásOPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos
-
Polícia4 dias atrásMPT investiga padaria em Cuiabá após denúncia de pressão para voto em Flávio Bolsonaro
-
Política3 dias atrásAssembleia Legislativa instala Câmara Setorial para ampliar atendimento às pessoas com obesidade
-
Polícia6 dias atrásPrefeitura realiza manutenção viária em bairros de Várzea Grande
-
Política5 dias atrásFlávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande
-
Política6 dias atrásTião da Zaeli defende Coronel Assis para disputar Prefeitura de Várzea Grande
-
Polícia6 dias atrásWanderley classifica operação do Gaeco como “muito estranha” e nega apreensão em escritório
-
Polícia6 dias atrásOutubro Verde reforça importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis

