“Eleições 2022”

“Justiça sendo feita”: a iminência das mudanças com depoimentos de ex-governador e ex-deputado

Novas revelações e confirmações detalhando dados investigados podem alterar definitivamente cenário eleitoral de MT

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Política

Novos depoimentos a vista podem mudar o rumo de muitas pessoas públicas, agentes políticos que ainda detém intenção de disputar as próximas eleições, seja para deputado estadual, federal ou até mesmo para senador.

Está previsto para o próximo mês de maio de 2022, mais depoimentos na Justiça envolvendo os nomes do ex-governador, Silval Barbosa, como também, do ex-deputado estadual, José Geraldo Riva. Mesmo que o processo siga em segredo de Justiça, ainda sim, novas revelações e confirmações do que já foi falado, podem mudar totalmente o cenário da disputa eleitoral neste ano.

O depoimento referente ao suposto esquema de propina, envolvendo o Governo do Estado de Mato Grosso, que na época tinha como governador, Silval Barbosa, como também o ex-deputado estadual, e por várias vezes presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva pode inviabilizar diretamente a candidatura de muita gente, já que tornozelado, ainda mais por causar dano ao erário público, não pode se candidatar.

É correto afirmar que hoje, na Assembleia Legislativa existem muitos deputados com pendencias na Justiça, sendo investigados e até mesmo já julgados e, em alguns casos, condenados, outros dependendo de apenas um “suspiro” judicial, para não se enquadrar na “Lei da Ficha Limpa”, possibilitando automaticamente, uma renovação estimada de 30%, só por decorrência de pendências na Justiça.

TSE – Urna eletrônica

De acordo com informações de bastidores, corredores, assessores, pessoas ligadas aos partidos e agentes políticos, as notícias dos novos depoimentos do ex-governador, Silval Barbosa, e do ex-deputado, José Geraldo Riva serviu para causar um verdadeiro alvoroço no cenário da política, mas como o velho ditado diz: “quem não deve, não tem”, “é vida que segue”, exercendo cargo eletivo, lutando para disputar um cargo público, até a Justiça permitir.

Como também, existem aqueles que estão afastados dos cargos públicos, em alguns casos, até tentando ser discreto com a tornozeleira, mas já estavam ensaiando um possível retorno à vida pública, caso conseguisse se livrar do acessório no tornozelo, antes do período de registro de candidatura, mas agora, com novos depoimentos que podem agravar a situação de muita gente, a reclusão e descrição, devem ser o melhor caminho.

Entre vários escândalos de corrupção envolvendo tanto o ex-governador, quanto o ex-deputado, seja por investigações que vão desde as obras da Copa do Mundo de 2014, até as supostas propinas na Assembleia Legislativa, a divulgação de vídeos, com imagens e áudios, de supostos acertos e pagamentos, chocaram a população de Mato Grosso, que seguem até hoje, com uma enorme “ferida aberta, cortando as duas maiores cidade do estado, marcadas pelos trilhos do VLT”.

O povo já pagou as regalias de tantos desmandos, agora resta saber, quais são os responsáveis, se vão e quantos vão devolver para o povo de Mato Grosso, que a justiça, seja feita.

Foto: tjam.jus.br

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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