JÚLIO SENDO JÚLIO

JÚLIO DIVIDIU GRUPO DE KALIL

Mais uma vez, o deputado Júlio Campos mostra-se apegado as práticas políticas do seu passado

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Foto RDNEWS

Quanto a estratégica questão do vice na chapa do prefeito Kalil Baracat (MDB), que buscará a sua reeleição nas eleições de outubro, em Várzea Grande, o deputado estadual Júlio Campos, reconhecidamente um dos expoentes e líderes do União Brasil em Mato Grosso, juntamente ao seu irmão, senador Jayme Campo, já declarou que o candidato ou candidata a vice de Kalil é um assunto, único e exclusivo a ser resolvido, conjuntamente ao lado do senador Jayme Campos.

Júlio Campos é ex-prefeito de Várzea Grande, ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-governador, ex-senador, ex-conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), e atualmente, é deputado estadual pelo UNIÃO BRASIL, é bem claro ao afirmar que o vice do prefeito Kalil será definido entre os empresários Dudu Campos e Elias Domingos, fazendo assim com que o acordo firmado anteriormente, junto ao presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, vereador Pedrinho Tolares (UNIÃO BRASIL), de que o parlamentar seria o vice na chapa de Kalil, fosse totalmente ‘implodido’, levado às favas. Resumindo: totalmente desconsiderado. Com esse ‘novo posicionamento’ do deputado Júlio Campos, criou-se um verdadeiro mal-estar no meio do grupo político.

Toda ação gera uma reação, fazendo assim com que a ação do deputado Júlio Campos, gere, logicamente, uma reação por parte do grupo do presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Pedrinho Tolares, que tem no deputado estadual Fábio Tardim (PSB), um dos principais líderes de seu grupo político.

Segundo informações de bastidores, o deputado Fabinho já teria declarado que, caso o vice seja realmente um dos empresários Dudu Campos ou Elias Domingos, de que é necessário e ético que se cumpra os acordos políticos, principalmente, quando ‘acordados’ perante as lideranças dos partidos. E que o parlamentar já estaria disposto também a se lança a prefeito nas próximas eleições em Várzea Grande.

Mais uma vez, o deputado Júlio Campos mostra-se apegado as práticas políticas do seu passado, e se mostra mais uma vez mais apegado do que nunca ao seu velho estilo. Afinal, a receita de bolo usada pela família Campo há mais de meio século é, mais uma vez, colocada em prática novamente, fazendo com que o presidente do legislativo várzea-grandense, vereador Pedrinho Tolares, fique numa situação difícil, porque segundo informações, o parlamentar já teria direcionado o seu grupo político para que o parlamentar seja o candidato do grupo como vice na chapa de reeleição do prefeito Kalil.

Esse posicionamento do deputado Júlio Campos, que, astutamente, visa, tão somente emplacar o seu sobrinho DUDU CAMPOS ou Elias Domingos a vice de Kalil. Isso é o forte da família Campos, fazendo com que assim a família Campos tenha novamente o protagonismo da política na cidade de Várzea Grande. Tal postura, caso se confirme, vai, consequentemente, IMPLODIR a unidade política de apoio à candidatura de reeleição do prefeito Kalil Baracat.

 

 

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.

Fonte: ALMT – MT



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