ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MT
Juca do Guaraná ensina crianças do CMEI Serginho o preparo do guaraná ralado
A diretora do Cemei, professora Rosângela de Jesus, comentou sobre o projeto que tem tido aprovação das crianças que, cada vez mais, mergulham na diversidade cultural da nossa cidade.
Política
O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) esteve na manhã desta terça-feira (4) no Centro Municipal de Educação Infantil Sérgio Luiz Ferreira da Silva – CMEI Serginho, no bairro Jardim das Aroeiras, onde participou de um projeto cultural, o Brincando com a Cultura Cuiabana.
Juca mostrou aos alunos o preparo do guaraná ralado, bebida tradicional cuiabana de sua família e que consome cotidianamente e serve aos visitantes do seu gabinete.
“O guaraná ralado, tipo cuiabano, pode ser consumido por todos e que dá energia para começar a semana, o dia bem. Essa bebida, como todos sabem, é bem presente na minha família, e passar aqui, aos alunos, o modo de preparo é muito importante porque mantém essa tradição cuiabana”, destacou.

Assessoria Parlamentar
A diretora do Cemei, professora Rosângela de Jesus, comentou sobre o projeto que tem tido aprovação das crianças que, cada vez mais, mergulham na diversidade cultural da nossa cidade.
“É um projeto que trabalhamos e apresentamos às nossas crianças a cultura cuiabana. Trabalhamos há duas semanas a influência da cultura indígena na nossa cultura, trabalhamos na semana passada a alimentação saudável dentro da cultura cuiabana e, hoje, estamos recebendo nosso deputado Juca do Guaraná para apresentar a nossas crianças e para que eles experimentem e vivencie o guaraná ralado”, disse.
“Nada mais tradicional [da nossa cultura] do que o guaraná ralado e nada melhor do que ele que vem da nossa cultura, que carrega uma cultura tradicional, de famílias cuiabanas e que todos conhecem o famoso Juca do Guaraná”, acrescentou.

Ednei Rosa / Da Assessoria /
Foto da Assessoria
Política
Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste
O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.
Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.
“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.
A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.
Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.
“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.
O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.
A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.
A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.
Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).
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