DURAS COBRANÇAS

JAYME CAMPOS DISPARA CONTRA DESEMPENHO DE ABÍLIO EM BRASÍLIA

Tem gente na nossa bancada que só puxa trás, cobrou Jayme Campos

Publicado em

Política

Crédito Agência Senado

Da Redação

Principal nome da bancada federal de Mato Grosso em Brasília, o senador Jayme Campos (União Brasil) tem demonstrado sua liderança quando se trata de política partidária. Responsável direto pelas candidaturas do deputado Eduardo Botelho (União Brasil) a prefeito de Cuiabá e do prefeito Kalil Baracat (MDB) em Várzea Grande, ele não hesita em atacar os adversários em defesa de seus companheiros.

Campos têm bem claro a sua frente seus principais rivais nas duas pré-campanhas. Tratam-se dos integrantes do Partido Liberal (PL), que tem no ex-presidente da República Jair Bolsonaro seu maior expoente.

Em Mato Grosso, o inexperiente deputado federal Abílio Brunini tenta, a todo custo, copiar o estilo ‘Bolsonorista’ de ser ao fazer ataques a seus adversários. Em Cuiabá, ele parte para cima de Eduardo Botelho, que tem ganhado várias ações no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em cima das ilações de Brunini de supostas de irregularidades na pré-campanha.

Em Várzea Grande, Abílio faz ataques a família Campos na tentativa de alavancar o nome da advogada Flávia Moretti à corrida ao Paço Couto Magalhães.

Em seu segundo mandato como senador, Jayme Campos ressalta que há integrantes da bancada estadual no Congresso Nacional que não ajudam em nada na articulação de emendas para o Estado. Por diversas vezes, o parlamentar já chamou atenção de Brunini em seu comportamento na Câmara Federal. Mesmo assim, o inexperiente deputado não muda, sempre pautando em atacar os adversários, em especial o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva (PT), que já liberou um montante de R$ 1,5 bilhão para construção de pontes em Mato Grosso.

“Tem gente na nossa bancada que só puxa trás”, finalizou Campos em referência a Abílio Brunini.

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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