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JAYME AVISA KALIL MESMO COM AVALIAÇÃO POSITIVA DE PESQUISA, ‘NÃO PODE FICAR DE SAPATO ALTO’

O Instituto Mais ouviu 400 eleitores nos dias 17 e 18 de agosto.

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Política

Foto Waldemir Barreto / Agência Senado

O senador Jayme Campos (União) disse destacou claramente de que apesar dos bons resultados obtidos que o candidato à reeleição a prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), obteve na última pesquisa de intenção de votos do Instituto Mais, divulgado nesta semana, ainda não se pode dizer que a eleição está ganha.

“Se eu dizer que o Kalil hoje, indiscutivelmente, é imbatível, seria muita presunção do cidadão. Entretanto, ninguém pode ficar em sapato alto, vamos trabalhar até o último dia”, ressaltou.

De acordo com a última pesquisa do Instituto Mais, Kalil aparece na liderança com 52,3%, em segundo lugar a candidata Flávia Moretti (PL), com 17%, seguida por Leliane Borges (PT), 6,8%, e Milton Santos (PSOL), com 1,5%.

O experiente senador disse que aconselhou ao seu “afilhado” político que deixe sua campanha mais leve, sem ataques, voltada a propostas para conquistar o coração dos várzea-grandenses.

“Nós queremos proposta, queremos discutir um projeto para Várzea Grande nesses próximos 20 anos é o que o Kalil está fazendo, permitindo construir um plano de governo que, certamente, representa as aspirações da nossa população. Vamos fazer uma campanha limpa, democrática, sobretudo respeitosa. O povo várzea-grandense é um povo que sabe avaliar faça sol, faça chuva”, enfatizou.

Pesquisa

O Instituto Mais ouviu 400 eleitores nos dias 17 e 18 de agosto. A margem de erro é de 4,9 pontos percentuais para mais ou para menos e com 95% de intervalo de confiança. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número MT-00019/2024.

 

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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