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Irmãos Batista oferecem caução estimada em R$ 316 mi para deixar prisão

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Da Redação

 

A defesa dos empresários Joesley e Wesley Batista, da J&F, tem novo plano para tentar revogar a prisão dos irmãos. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, advogados dos executivos ofereceram ao juiz do processo uma caução dos valores citados pelo Ministério Público Federal (MPF) como lucro indevido, obtido com o uso de informação privilegiada.

Segundo a investigação, a companhia ganhou cerca de 100 milhões de dólares (algo como 316 milhões de reais) após a divulgação da delação premiada do J&F.

Os irmãos negam ter cometido crimes e afirmam que a apresentação dos valores é uma garantia de que cumprirão qualquer decisão judicial de reparação e de que continuarão ajudando nas apurações. O magistrado enviou o pedido ao MPF.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Divulgação

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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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