Incêndio avassalador
Incêndio do Shopping Popular completa um mês e só terá laudo concluído daqui a 40 dias
Misael Galvão presidente da Associação do Shopping Popular de Cuiabá, diz que os comerciantes do local irão ficar alocados no estacionamento da antiga estrutura
Política
Incêndio do Shopping popular de Cuiabá completa um mês nesta quinta-feira (15). A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), disse que o laudo sobre a causa do incêndio que destruiu o Shopping Popular, deve ficar pronto em 40 dias. Na tragédia, mais de 600 lojistas tiveram suas lojas completamente destruídas pelo fogo.
Misael Galvão presidente da Associação do Shopping Popular de Cuiabá, diz que os comerciantes do local irão ficar alocados no estacionamento da antiga estrutura até a reconstrução do novo Shopping Popular.
A data para instalação do espaço provisório será definida. Contado que alguns comerciantes recomeçaram as vendas em uma calçada próximo ao local. A instalação provisória foi montada na última sexta-feira (19/07) com algumas bancas de produtos eletrônicos, brinquedos e alimentos.
A realocação das bancas no estacionamento do Shopping Popular era uma das propostas do Ministério Público e outras entidades para mitigar os problemas causados pela tragédia do incêndio, e o presidente Misael acabou aceitando.
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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