Sem puxadinho
“Grito de Independência”: Valcir Casagrande sofre 1º derrota
Política
Da Redação
Nem tudo está perdido, enquanto a maioria da população não tinha mais esperança, referente a uma Câmara Municipal ativa, que viesse verdadeiramente cumprir o seu papel, trabalhando pelo povo e para o povo, eis que pela primeira vez em quatro anos e seis meses de mandato, um projeto do prefeito Valcir Casagrande é rejeitado, reprovado, inviabilizado, pela maioria dos vereadores.
Em um país que por Lei, em alguns casos, teoricamente é regido pela democracia, quando nos municípios as Câmaras de vereadores são omissas, coniventes, e submissas, o verdadeiro prejudicado é o povo, que tem seus direitos reprimidos e deveres cobrados severamente.
“O papel da Câmara Municipal é legislar, que através de Projetos de Leis, venha atender as demandas da população, é trabalhar para o povo, por quem os vereadores foram eleitos, para representar, como também, fiscalizar os serviços desenvolvidos pela Prefeitura, até o momento, não se foi encontrada uma informação, afirmando que vereador tem que atender as ordens do prefeito”.

Foto: Divulgação/Facebook
De acordo com informações da Câmara Municipal, o prefeito Valcir Casagrande teria vetado o Projeto de Lei, que visa proporcionar incentivos às micros e pequenas empresas da região, com 10% de margem, o objetivo é fomentar a economia e transparência com as licitações, onde são investidos os recursos público.
Por sete (07) votos a dois (02), a maioria dos vereadores derrubaram o veto do prefeito Valci Casagrande.
Para o vereador Franço Santana, a maioria da Câmara demonstrou nesta derrubada de veto do prefeito, que tem autonomia, e estão fazendo valer a confiança da população depositada no voto direto, que elegeu cada um dos vereadores de Sapezal.
“Os sete vereadores mostraram que estão defendendo os interesses da população, votando na derrubada do veto, que inviabilizava a economia local”, ressaltou Franço.

Foto: Edmar Zorze/ CâmaradeSapezal
Vereadores de votaram na derrubada do veto.
Zildinei Pereira (PL)
Franço Santana (PSC)
Ailton Dias (PSL)
Joilson Assunção (PSL)
Antônio Rodrigues (PROS)
Mauro Galvão (PP)
Marcio Luiz (PSL)
Vereadores que votaram a favor do veto.
Francisco de Melo (PL) – “Chapadinha”.
Marcio Bonifácio (PL)
Mesmo vivendo em um país democrático, até o momento não se tem informações do real motivo, pela qual os dois vereadores votaram contra a os incentivos aos micros e pequenos empresários, quais seriam os verdadeiros motivos, causas, circunstâncias e razões que levam esses vereadores a seguirem caminhos, que não vão de encontro com o povo?
Política
Flávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), vetou integralmente o projeto de lei que ampliava o acesso ao transporte coletivo gratuito para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e fibromialgia. A proposta, aprovada pela Câmara Municipal, também previa a concessão do benefício a acompanhantes quando houvesse necessidade comprovada.
O veto foi publicado na terça-feira (20) no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. A decisão atinge o Projeto de Lei nº 211/2026, de autoria do vereador Miguel Angel Claros Paz Junior, que alterava a Lei Municipal nº 4.478/2019, responsável por regulamentar a gratuidade no transporte para pessoas de baixa renda com transtornos mentais em tratamento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
Com a mudança proposta pelos vereadores, pessoas com autismo e fibromialgia poderiam solicitar o benefício mediante apresentação de documentação médica e parecer social, conforme os critérios previstos na legislação.
A justificativa do Executivo para barrar a medida é a ausência de definição sobre a origem dos recursos necessários para financiar a ampliação do passe livre, além de questionamentos sobre os cálculos apresentados para estimar os custos da proposta.
Durante a tramitação do projeto, foi apresentada uma estimativa de impacto financeiro de R$ 83,6 mil mensais, o equivalente a R$ 1.003.200 por ano. O cálculo considerou 380 cartões de transporte, uma média de 44 viagens mensais por beneficiário e tarifa de referência de R$ 5.
Embora a Procuradoria Legislativa tenha reconhecido que a operação matemática estava correta, o parecer técnico apontou falta de informações que comprovassem os números utilizados. Entre as dúvidas estão a quantidade real de beneficiários, a frequência de uso dos ônibus e o número de acompanhantes que poderiam receber a gratuidade.
A análise também destacou a ausência de estudos sobre os efeitos da ampliação do benefício nos contratos do transporte coletivo e sobre a eventual necessidade de compensação financeira à empresa responsável pelo serviço.
Outro questionamento envolve a compatibilidade da despesa com o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Critérios para concessão também foram questionados
Além das questões financeiras, o parecer jurídico apontou dúvidas sobre os critérios de acesso ao benefício. A legislação original estabelece requisitos relacionados à baixa renda e ao acompanhamento pelos Caps, mas o projeto não teria esclarecido suficientemente como essas exigências seriam aplicadas às pessoas com autismo e fibromialgia.
Também foram levantadas questões sobre os profissionais habilitados a emitir os documentos exigidos, a necessidade de parecer social e os procedimentos para comprovar que o beneficiário precisa de acompanhante.
Apesar das ressalvas, a análise reconheceu a finalidade social da proposta e a competência da Câmara Municipal para legislar sobre a ampliação de benefícios no transporte público.
Na justificativa do veto, assinada em 14 de outubro, Flávia Moretti considerou que os problemas identificados comprometiam o projeto como um todo. Por esse motivo, optou por vetar integralmente o texto, em vez de barrar apenas parte dos dispositivos.
A Prefeitura indicou que uma nova proposta poderá ser apresentada, desde que inclua estimativa de impacto financeiro, fonte de custeio definida e critérios objetivos para a concessão da gratuidade.
Câmara poderá derrubar veto
Com o veto integral, a ampliação do passe livre prevista no projeto não entra em vigor neste momento. A decisão será encaminhada à Câmara Municipal, que poderá manter o veto da prefeita ou rejeitá-lo, conforme as regras do processo legislativo.
O impasse coloca em discussão tanto a ampliação do acesso ao transporte público para pessoas com autismo e fibromialgia quanto a definição de como o benefício seria financiado pelo município.
-
Polícia1 dia atrásOPERAÇÃO DO GAECO: 15 vereadores de Cuiabá e Várzea Grande são investigados por suspeita de corrupção e compra de votos
-
Cidades6 dias atrásGoverno apresenta balanço de metas e investimentos na Assembleia Legislativa
-
Opinião4 dias atrásEu acredito que Cuiabá pode ser muito maior do que é hoje
-
Cidades6 dias atrásAção da Prefeitura libera calçadas e recebe aprovação de moradores em Cuiabá
-
Polícia5 dias atrásPivetta estuda extinguir secretarias e reorganizar estrutura do Governo de MT
-
Mato Grosso5 dias atrásWebinar reunirá especialistas para debater IA e segurança jurídica
-
Esporte4 dias atrásPalmeiras vence o Athletico-PR por 2 a 0 e assume a liderança provisória do Brasileirão
-
Economia5 dias atrásAnac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)

