Política
Governo repassa R$ 115 milhões aos municípios
Política
Da Redação
O Governo do Estado repassou nesta segunda-feira (11) e terça-feira (12) R$ 115,513 milhões aos 141 municípios mato-grossenses. A Secretaria de Fazenda (Sefaz) informa que do total encaminhado, R$ 95,945 milhões são de arrecadação proveniente do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), sendo que R$ 62,5 milhões resultam de receita de recolhimento extraordinário.
Outros R$ 19,568 milhões repassados aos municípios são referentes ao Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab). Parte dessa quantia é destinada, pelas prefeituras, para o abastecimento de combustível ao transporte escolar das redes municipais.
“O momento econômico ainda é difícil e exige cautela, mas desde o início desta gestão o governador Pedro Taques deixou claro que é preciso olhar para os municípios e estamos trabalhando intensamente para honrar os repasses do Fundo de Participação aos Municípios”, afirma o secretário Gustavo de Oliveira.
O gestor ressalta que as transferências garantem às prefeituras a aplicação de recursos na saúde e educação, áreas consideradas prioritárias à população. “É preciso olhar para os municípios para que estes recursos continuem contribuindo com os investimentos das prefeituras e ainda priorize a qualidade de vida do cidadão, que é o principal contribuinte das receitas que compõem o FPM”, afirma Oliveira.
Política
Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT
A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.
A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.
De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.
Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.
A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.
Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.
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