PGE
Governador empossa 11 novos procuradores do estado
Com esta nomeação, a PGE passa contar com 101 procuradores do Estado em atividade
Política
O governador Mauro Mendes empossou, nesta segunda-feira (19.07), onze novos procuradores que foram aprovados no último concurso público da Procuradoria Geral do Estado (PGE), finalizado em 2016. A solenidade foi realizada no auditório da Procuradoria Geral de Justiça do Ministério Público, em Cuiabá.
“A procuradoria funciona como um escritório de advocacia do estado de Mato Grosso, pois demanda todos os pareceres jurídicos para garantir que todos os princípios constitucionais sejam cumpridos. Reforçamos a equipe para melhorar a atuação do governo em diversas áreas, inclusive, na condução do Programa Mais MT”, salientou o governador Mauro Mendes.
Com esta nomeação, a PGE passa contar com 101 procuradores do Estado em atividade, atualmente. “Assumir este cargo hoje é resultado de um esforço individual de estudo para a aprovação, mas antes disso, é um esforço da nossa família que nos incentivou em momentos difíceis e nos acompanhou até o momento da vitória”, destacou Gabriel Teixeira de Oliveira, um dos procuradores empossados.
De acordo com o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes, os novos procuradores foram chamados após o firmamento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), e vão atuar em todo o Estado.
“Tê-los conosco representa celeridade às demandas e qualidade dos serviços prestados à população. Todos os que estão assumindo já têm atividade na advocacia pública e vieram para somar na Procuradoria Geral do Estado”, destacou o procurador-geral.
Foram empossados Julia Gomes de Azevedo, Gabriel Teixeira de Oliveira, Fernanda Leite Allegrini, Diego Marques Santana, Alexandre Leme Franco, Anibal de Castro Passos Ramos, Leonan Roberto Franca, Marcos Yuri de Alcântara Saboia, Raul Costa Lima, Carlos Adolfo Costa Prado Neto e Laerte Jaciel Scalco Acendino.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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