MATO GROSSO
Governador: “Dar condições das pessoas trabalharem é a melhor política de Assistência Social”
Mauro Mendes pontuou que programa vai ajudar na geração de emprego e renda de pessoas em vulnerabilidade
Política
O programa, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, foi lançado na tarde desta segunda-feira (17.04).
Serão ofertadas 50 mil vagas gratuitas de qualificação profissional, em parceria entre Governo de Mato Grosso e o Senai, para pessoas de baixa renda nos 141 municípios do estado.
“Dar condições das pessoas trabalharem é, sem dúvida, a melhor política de Assistência Social que um governo pode fazer. Um programa social é exitoso quando ajuda quem tem que ajudar, mas que dá condições para as famílias terem independência. Não queremos ter o maior programa social. Queremos ter em Mato Grosso o maior número possível de pessoas empregadas, trabalhando e construindo sua renda”, pontuou.
Mauro Mendes relatou que Mato Grosso é um dos estados com menor índice de desemprego do país, e devido ao volume de obras do Governo, muitas vezes as empresas acabam buscando profissionais fora do estado para trabalhar.
Desta forma, segundo o governador, as vagas de qualificação vão ajudar a diminuir o déficit de vagas não-preenchidas, já que os cursos são voltados às 75 profissões mais demandadas pelo mercado.
“Esse programa vai focar na qualificação vocacionada junto ao público da Assistência Social. Temos a convicção que vai contribuir muito para a qualificação e a melhoria da faixa de renda da população alcançada por esses programas sociais”, registrou.
Para Mauro Mendes, o SER Família Capacita representa um passo importante na qualificação da mão de obra em Mato Grossso.
“Queremos um estado de oportunidades, de igualdade social, e que as pessoas tenham orgulho de dizer que vivem em Mato Grosso”, completou.
A primeira-dama Virginia Mendes, que acompanhou e contribuiu com cada passo do programa, destacou ser gratificante ver esse sonho se tornar realidade.
“É uma honra poder lançar esse projeto. Meu coração enche de felicidade por poder levar qualificação às pessoas que precisam entrar no mercado de trabalho. Muitas pessoas perderam o emprego na pandemia e não conseguiram recolocação, e esse projeto vai ajudar muito milhares de famílias”, afirmou.

Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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