“Pizza à vista”
Festival de Massa é equiparado a CPI da Energisa
A população de Mato Grosso está decepcionada com os andamentos da CPI, que segue o caminho de beneficiar apenas uns
Política
Até o momento, os consumidores de energia elétrica do estado de Mato Grosso, só ficaram na expectativa, decepcionados e amargando os prejuízos, devido os constantes aumentos das tarifas, que causam danos em toda cadeia produtiva local, assim uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi instaurada.
Quando houve o anuncia da CPI da Energisa, muitas pessoas já começaram sonhar com melhores prestações de serviços, com valores mais justos, mas pelo que tudo indica, a realidade é baseada em pesadelo, a movimentação foi organizada, as peças foram movimentadas, como em um verdadeiro balé sincronizado, com prorrogações encima de prorrogações, e até o momento nada, neste ano de 2021, nada de nada foi o resultado, porque, está previsto para o próximo dia 15 de 2021, a apresentação de um relatório contendo dados referente a investigação.

Foto: Procon-MT
O último requerimento de prorrogação da entrega do relatório denominado de final, foi apresentado pelo próprio presidente da CPI, deputado estadual, Elizeu Nascimento.
“Devido a pandemia da Covid-19, precisamos alterar o calendário e propor um novo agendamento de convidados. Paralelamente à CPI, está acontecendo a operação “Tudo às Claras”, que trata-se de uma investigação entre as polícias Civil, Militar, Federal e outros órgãos, por isso estendemos a convocação dos membros que participam desta operação, para falar à CPI tudo o que foi coletado até o momento e mostrar para a sociedade”, revelou Nascimento.
Como praticamente todos os setores, neste ano de 2021, começaram as suas atividades de forma presencial, outros continuaram na modalidade remota, não pararam, neste caso, mais uma alteração na apresentação de dados e relatórios, por conta da pandemia do Coronavírus, vai na contramão dos trabalhos realizados pela maioria da sociedade.
Professores, médicos, policiais, enfermeiros, trabalhadores de posto de combustível, de mercados, de farmácias, feirantes, caminhoneiros, motoristas de transportes públicos, jornalistas, corpo de bombeiros, produtores da agricultura familiar e do agronegócios, esses e outros setores não tiveram a prerrogativa de parar, pelo contrário, os trabalhos foram intensificados, mesmo assim a CPI veio sofrendo diversas alterações nos cumprimentos de suas datas.
Vários fatores envolvendo a concessionária de energia, indigna a população, que cobra atuação eficiente por parte do poder público, já que não estão errados ao afirmar que em Mato Grosso, o consumidor paga um dos valores mais altos do Brasil, já que o povo paga caro, e em vário casos, principalmente no interior do estado, por um serviço que falta qualidade e eficiência.

Foto: Programa da Gente (TBO)
Durante a última semana, em um bairro no centro da capital, Cidade Alta, centenas de famílias ficaram quase 24hs sem energia, causando transtornos aos moradores, e prejuízos aos comerciantes, como no caso dos mercados e açougues, que perderam seus produtos por falta de refrigeração.
Este e outros casos são constantemente relatados em praticamente do estado, o que leva a concessionaria ocupar por vários anos, as primeiras colocações em reclamações do consumidor no PROCON-MT.
Mesmo com todas esses agravantes, ainda não se sabe porque causa, circunstância ou razão, a CPI da Energisa caminha para o período de hibernação, ou até mesmo não acordar mais, virando mais um registro do tradicional prato italiano, “pizza”.

Foto: Bigstock
Foto: Ronaldo Mazza/ALMT
Política
CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.
A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.
O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).
Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.
De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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