transporte urbano
Fábio Garcia diz que paralisação de motoristas expõe caos generalizado da gestão Emanuel em Cuiabá
deputado licenciado Fábio Garcia disse que a paralisação de motoristas da empresa Caribus é mais uma demonstração inequívoca do caos administrativo causado pela gestão do prefeito Emanuel Pinheiro
Política
O secretário-chefe da Casa Civil do Estado de Mato Grosso, deputado licenciado Fábio Garcia (União), disse que a paralisação de motoristas da empresa de Transporte Urbano de Passageiros Caribus é mais uma demonstração inequívoca do caos administrativo causado pela gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), ao ser questionado acerca do assunto.
Para Fábio Garcia, a administração municipal é desastrosa e os problemas se acumulam em todas as áreas, como Saúde, sob intervenção, Educação, Infraestrutura e, agora, Transporte Urbano. Os trabalhadores da empresa, que atende parte de Cuiabá, cruzaram os braços nesta segunda-feira (06).
“A paralisação é motivada por atrasos nos salários e benefícios destes trabalhadores. E isso ocorre justamente porque o prefeito Emanuel Pinheiro não faz os pagamentos à empresa. É inadmissível que uma cidade que arrecada tanto não consiga honrar seus compromissos, prejudicando a população que depende do transporte”, ressaltou o secretário ao comentar os motivos da paralisação.
Por meio de nota, a empresa explicou que os atrasos salariais são motivados pelo fato de o município não cumprir as obrigações contratuais relacionadas aos repasses e que a falta dos pagamentos comprometeu a capacidade da empresa em cumprir suas obrigações. Garcia pontuou que há muitos outros casos de fornecedores que não recebem do município e que isso ficou comprovado com aquilo que o Gabinete de Intervenção da Saúde de Cuiabá já constatou.
“A soma da corrupção com a má gestão dos recursos públicos transformou nossa cidade. Cuiabá hoje está toda esburacada, suja, com canteiros descuidados, problemas dos mais variados tipos. O abandono é total. Emanuel deve explicações à população sobre o que está fazendo com os recursos públicos, com o dinheiro do cidadão que paga seus impostos”, constatou o chefe da Casa Civil.
Garcia lembrou que a situação pode ser revertida com uma gestão responsável e séria, a exemplo do que ocorreu em 2019, quando Mauro Mendes (União) assumiu o governo. “No início da gestão, não havia recursos para abastecer as viaturas de polícia, elas estavam paradas. Em pouco tempo, com trabalho e seriedade, Mato Grosso se tornou um Estado que honra seus compromissos, é Estado que mais investe no Brasil. Por isso, entendo que Cuiabá tem jeito”, pontuou Fábio Garcia.
Política
Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares
Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.
A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.
Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:
- transporte;
- moradia;
- participação social;
- respeito e inclusão social;
- participação cívica e emprego;
- prédios públicos e espaços abertos;
- comunicação e informação;
- apoio comunitário e serviços de saúde;
- segurança dos idosos.
Conselho
O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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