NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO

Ex-prefeito Nezinho e Alex Guarani despontam como favoritos nas pesquisas

EX-PREFEITO NEZINHO E O EMPRESÁRIO ALEX GUARANI TÊM DESPONTADO NAS PESQUISAS INFORMAIS DE INTENÇÃO DE VOTOS EM NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO COM VISTAS ÀS PRÓXIMAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS

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Aclamados como cidadãos de competência comprovada em diversas ocasiões, seja no setor público ou privado, o ex-prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Nezinho, juntamente com o empresário Alex Guarani, já despontam com amplo favoritismo para suceder a atual gestão municipal em Nossa Senhora do Livramento.

Nezinho, quando prefeito, desempenhou trabalho administrativo que revolucionou os moldes tradicionais e [quase] inoperantes que vinham sendo aplicados na condução do município de Livramento. Seu estilo arrojado, empreendedor, fez com que a sede e área rural fossem impactadas positivamente com obras e projetos sociais.

Já Alex Guarani, igualmente popular, detém condição de empresário destacado na região da Baixada Cuiabana, com ações centralizadas em Livramento e adjacências. Guarani é integrante das fileiras do PSDB, e sua participação neste próximo pleito pode hastear bandeira vitoriosa aos tucanos, agremiação que enfrenta debandada geral.

O empresário tem dito que segue o curso do seu destino, salientando que “o futuro a Deus pertence”. Agradece as lembranças do seu nome em pesquisas informais realizadas previamente ao pleito eleitoral, e diz que, se for da vontade do povo e, também, do Pai soberano, enfatiza, ele será um dos vitoriosos neste certame.

Tanto ele como Nezinho ainda não formalizaram as respectivas posições na possível chapa eleitoral, ora em processo de construção pela vontade popular. Ou seja: quem será o candidato a prefeito, ou vice, ainda não se sabe. O mais importante, têm dito, é que Livramento merece ser contemplada com administradores eficientes, conhecedores de suas demandas e anseios.

“Fui prefeito de Livramento para oportunizar melhorias reclamadas pela população. Livramento é uma terra não apenas dos ‘papa-bananas’, mas de oportunidades alentadoras em várias frentes. Minha ideia, se porventura reassumir algum dos postos na cabeça de chapa, seja de prefeito ou vice, é sempre colaborar para o bem-estar geral dos meus conterrâneos e implementar benefícios diversos ao município”, explica Nezinho.

Já o empresário Alex Guarani, expõe comedimento cauteloso em sua fala, ao dizer que prefere aguardar o desdobramento das mobilizações com vistas à sucessão municipal. Mas também é taxativo ao dizer que Livramento precisa de gestão comprometida com suas necessidades.

“Urge que tenhamos administradores conscientes dos seus deveres [para com a população e município] e detentores de visão arrojada, capazes de empreender iniciativas abrangentes em todos os sentidos”, ressalta.

O fato de ambos (Nezinho e Alex Guarani) estarem sendo citados regularmente para substituir o prefeito e seu vice tem sido do agrado popular na sede e região rural, posto que o trabalho de Nezinho, sempre comprometido com o social, e o de Alex Guarani, pautado em solidificar o setor comercial, é fato incontestável na opinião dos moradores de Livramento.

Somando-se as qualidades dos possíveis pré-candidatos, Livramento pode registrar reviravolta excepcional na sua trajetória eleitoral, preveem experts em política. Nezinho e Alex Guarani representam união de forças praticamente imbatível, afirmam.

Por João Carlos de Queiroz, jornalista

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Júlio manda sindicalista deixar Assembleia durante discussão sobre reajuste

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O deputado estadual Júlio Campos (União) se irritou durante a mobilização de servidores do Judiciário pela votação do reajuste salarial de 6,8%, na manhã desta quarta-feira (9), Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O parlamentar interrompeu uma entrevista após ser questionado pelo presidente do Sinjusmat, Rosenwal Rodrigues dos Santos, e pediu que o sindicalista deixasse o local.

Júlio acionou a segurança da Assembleia e afirmou que Rosenwal deveria fazer sua manifestação fora do espaço onde concedia entrevista.

“Por favor, silêncio aí! Eu estou dando entrevista. Nos respeite! Você vai fazer discurso lá fora. Segurança! Tira esse moço daí, por favor. Está atrapalhando a entrevista”, disse o deputado.

A reação ocorreu em meio à pressão dos servidores para que a Assembleia cumpra a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que anulou a votação anterior do veto ao reajuste e determinou uma nova apreciação, desta vez com voto aberto e nominal. A matéria estava prevista para ser analisada nesta quarta-feira, mas acabou ficando fora da pauta, levando o sindicato a recorrer novamente ao Judiciário.

Após a discussão, Júlio afirmou que sua posição era favorável à categoria e que os servidores deveriam respeitar o espaço do Legislativo.

“Eu estou defendendo a causa do Judiciário. Eu estou defendendo a causa de vocês. Vocês têm que respeitar que é o Poder Legislativo. Aqui não é Judiciário. Respeite!”, declarou.

O embate ocorreu justamente em um momento de forte mobilização do Sinjusmat. O sindicato havia convocado os servidores para acompanhar presencialmente a sessão e pressionar pela derrubada do veto que impede, até o momento, a aplicação do reajuste de 6,8%.

A votação original ocorreu em dezembro de 2025, quando os deputados mantiveram o veto do então governador Mauro Mendes por 12 votos a 10. A Justiça anulou aquela deliberação porque ela ocorreu de forma secreta e determinou que o veto fosse novamente analisado em plenário, com registro individual dos votos.

A decisão judicial, porém, não garante automaticamente o reajuste aos servidores. Os deputados ainda precisam decidir se mantêm o veto ou se o derrubam, permitindo o avanço do projeto aprovado anteriormente pela Assembleia.

Com a ausência da matéria na pauta desta quarta, o Sinjusmat voltou a acionar o TJMT e pediu que a Corte determine a inclusão imediata do veto na ordem do dia. A decisão que anulou a votação prevê multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento, podendo atingir pessoalmente o presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos).



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