“Desafio Lançado”

Emanuel Pinheiro espera decisão de Mauro Mendes para eleições de 2022

O prefeito de Cuiabá aproveitou a oportunidade para agitar o cenário eleitoral

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Política

Foto: Divulgação

Com o retorno ao cargo de prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro aproveitou a presença da imprensa, no evento de entrega de mais quatro ônibus para a realização do transporte público municipal, para discursar sobre os seus próximos passos na vida pública, foi quando disse, que se renunciar, para disputar o Governo do Estado, Cuiabá estará em boas mãos com José Roberto Stopa.

Porém, o auge da coletiva foi quando o prefeito afirmou que tudo depende do governador, Mauro Mendes, que já declarou que só vai anunciar a sua decisão no dia 02.

“Só penso em disputar o cargo de Governador, se Mauro Mendes for candidato à reeleição, aliás, ele podia antecipar a data da divulgação da sua decisão”, disse Emanuel Pinheiro.

Para quem estava esperando um verdadeiro W.O, ou um candidato figurante, aquele que serve de “poste”, só para fazer figura como adversário, pode tirar o “cavalo pantaneiro” da chuva, porque as decisões ou indecisões estão aquecendo e muito o contexto, já há quem diga que esta será a eleição mais disputada dos últimos pleitos, como aquelas que aconteceram nas décadas passadas.

Há 20 anos sem embate ferrenho na disputa eleitoral estadual de Mato Grosso.

Os embates envolvendo Júlio Campos e Dante de Oliveira, sem falar de Blairo Maggi que desbancou o então favoritíssimo, Antero Paes de Barros marcaram época, de lá pra cá, não houve registros de eleições disputadas palmo a palmo, voto a voto.

“Muita gente não lembra quais foram os candidatos que disputaram as duas eleições com o ex-governador, Silval Barbosa, muito menos quem enfrentou o ex-governador, José Pedro Gonçalves Taques, mas se falar das eleições de Dante de Oliveira, como também de Blairo Maggi, muitos irão relatar detalhes”.  

O cenário está sendo montado, W.O, já foi descartado, uma verdadeira “Guerra Eleitoral” está prestes a explodir, os mais influentes e estrategistas, que verdadeiramente influencia e decidem, estão discretos, em alguns casos até sumidos, pelo que tudo indica, poucos sabem de muito e muitos sabem pouco, as ações demonstram o adverso das palavras, que relatam um verdadeiro “Dé Já vu”, quando ao meio de tantas indecisões e disputas, o “apaziguador” chega acalmando os ânimos, atendendo aos “gregos” e “troianos”.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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