"Ranking Nacional"

Cuiabá é a capital que mais investe em saneamento e alcança sua melhor posição dos últimos 10 anos

O estudo foi feito pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a empresa de consultoria GO Associados.

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Política

Foto: Luiz Alves/SECOMCBA

Cuiabá é a capital brasileira com a melhor média de investimento anual em saneamento básico por habitante. A informação consta na 14ª edição do ranking nacional, divulgado na última terça-feira (22) pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a empresa de consultoria GO Associados. De acordo com o estudo, em 2022 a Cidade Verde chegou à marca de R$ 213,33 empregados nessa área por indivíduo.

Neste quesito, ficou na frente, por exemplo, de São Paulo (SP), que ocupa a segunda colocação com R$ 180,97, e também do patamar médio nacional de investimento por habitante que, conforme o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), é de aproximadamente R$ 113,30 per capita. A pesquisa aponta ainda que, levando em consideração o período de 2016 a 2020, Cuiabá é a sétima melhor em evolução dos investimentos.

Da mesma forma, o levantamento demonstra um crescimento no ranking geral. Segundo os dados, em 2022, Cuiabá alcançou sua melhor posição dos últimos 10 anos na lista que engloba as 100 maiores cidades brasileiras. Com indicadores destacando que 98,13% da população é abastecida com água potável e 63,75% é atendida com tratamento de esgoto, a capital mato-grossense ocupa a 55ª posição, subindo cinco degraus em relação ao ano anterior.

“É mais um indicador extraordinário, feito por um instituto de respeito, e que mostra que a gestão Emanuel Pinheiro avança a passos largos para construção de uma Cuiabá mais justa e inclusiva. Estamos universalizando o saneamento básico, avançando na saúde, na educação, na assistência social, promovendo uma cidade mais moderna, desenvolvida e muito melhor para se viver”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro.

De 2017 a 2020, mais de R$ 500 milhões já foram investidos em saneamento básico, resultando em um salto na cobertura do sistema de tratamento de esgoto. Isso foi possível graças à modernização e ampliação da Estação de Tratamento de Água (ETA) Ribeirão Lipa, da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dom Aquino, da ETE Tijucal, ETE Lipa e da construção da ETA Sul que, somadas, atendem cerca de 500 mil cuiabanos.

A previsão é de que Cuiabá chegue ao ano de 2024 tendo investido a inédita e expressiva marca de R$ 1,2 bilhão em água e esgoto. “O que estamos buscando é alinhar o desenvolvimento econômico e estrutural com o crescimento humano. Queremos colocar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Cuiabá lá em cima, sendo exemplo e referência nacional”, finaliza Pinheiro.

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Presidente da Comissão de Infraestrutura, Moretto, cobra agilidade e soluções para destravar obras em Mato Grosso

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), cobrou agilidade na execução de obras públicas e soluções para entraves que prejudicam o desenvolvimento da infraestrutura estadual. Durante reunião realizada nesta terça-feira (27), o parlamentar destacou a necessidade de revisar preço, fiscalizar o cumprimento dos contratos e melhorar o diálogo com as empresas e produtores rurais.

Moretto chamou a atenção para obras atrasadas na Região Oeste, onde produtores contribuíram com projetos e áreas necessárias à execução dos serviços. Ele criticou empresas que assumem contratos sem capacidade para cumprir os cronogramas e defendeu mais responsabilidade na execução das obras.

“Toda empresa é bem-vinda, mas precisa pegar a obra, trabalhar e entregar para a nossa população”, afirmou.

Outro problema apontado pelo parlamentar envolve a liberação de áreas e cascalheiras, que podem provocar paralisações, alterações nos projetos e aumento dos custos. Moretto defendeu maior agilidade nos processos para solução dessas situações, respeitando a legislação.

O deputado Nininho (Republicanos) participou da reunião e também defendeu a revisão de preços e fiscalização de obras, considerando o aumento dos custos de insumos e mão de obra. Para ele, é necessário buscar um equilíbrio que permita às empresas continuarem atuando, executando obras de qualidade e mantendo a saúde financeira.

“Precisamos fazer essa intermediação junto ao governo, à secretaria e ao Sindicato da Construção para encontrar um meio-termo que seja justo. Só se faz uma obra de qualidade quando se tem um preço justo”, destacou Nininho.

Como encaminhamento, os parlamentares propuseram reuniões e ou audiências públicas com representantes de Sindicatos Rurais, empresas e com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) para discutir os entraves e buscar soluções conjuntas.

“A infraestrutura não pode ser lenta e demorada em um estado que anda tão rápido”, ressaltou Moretto, ao reafirmar o compromisso da comissão com o avanço das obras e o desenvolvimento de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT



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