PREVISÃO PARA AGOSTO

CONSÓRCIO BRT AFIRMA QUE AS OBRAS EM CUIABÁ JÁ RECOMEÇAM NO MÊS DE JANEIRO PRÓXIMO

O traçado passará por importantes regiões como o Aeroporto Marechal Rondon e pela UFMT

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Economia

SINFRA - MT

O Consórcio BRT afirma que as Obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT) em Cuiabá, começam já em janeiro próximo em Cuiabá e a mobilização da área na região do Porto teve início esta semana. Já em Várzea Grande, a expectativa do Consórcio é concluir as obras de pavimentação das pistas da Avenida da FEB nas próximas semanas e de asfalto até abril de 2024. Os serviços de drenagem, urbanização, iluminação, sinalização e acabamentos nesta via serão entregues, gradativamente, entre maio e agosto.

O Consórcio BRT diz ainda que, por usar um corredor expresso no canteiro central, não haverá redução no número de pistas existentes nas ruas, sem prejuízo ao tráfego na região.

O traçado passará por importantes regiões como o Aeroporto Marechal Rondon e pela Universidade Federal do Mato Grosso.

Com extensão de 31 km, ligando os municípios de Várzea Grande e Cuiabá, o corredor do modal vai beneficiar cerca de 250 mil usuários do transporte público, facilitando a mobilidade urbana, além de estimular o desenvolvimento econômico e social de toda a região. O projeto contará com ônibus elétricos, 46 estações e três terminais, sendo um em Várzea Grande (Terminal André Maggi) e outros dois em Cuiabá, nos bairros Morada da Serra e Parque Ohara.

Aprovado pelo Governo do Estado, o projeto ainda prevê o reaproveitamento das áreas de infraestrutura já executadas para a implantação do VLT, além de obras complementares como ciclovias, pista de caminhada, parque linear e calçadas.

Sinfra – MT

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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