“Terceira Via”

Com Allan Kardec PDT cria mais uma alternativa rumo ao Governo do Estado

Professor e deputado estadual pode representar uma nova via de oportunidade para o eleitorado em Mato Grosso

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Desde o período que o ex-ministro, Ciro Gomes confirmou sua pré-candidatura para disputar a presidência da República, pelo PDT, que várias alternativas começaram surgir nos estados do país, em Mato Grosso não seria diferente, a sigla estava buscando uma liderança compatível, com reais condições de disputar o Governo do Estado de Mato Grosso, neste caso, o nome do professor e deputado estadual, Allan Kardec começa despontar no cenário eleitoral.

Foto: Miguel Schincariol/AFP

Na última semana, quando surgiram as primeiras cogitações, envolvendo o no deputado Allan Kardec o cenário já ficou agitado, porque a maioria dos holofotes estavam voltados em apenas um duelo, envolvendo o atual governador, Mauro Mendes (DEM), e o senador, Wellington Fagundes (PL), que de acordo com informações de fontes diretas de Brasília, já teria sido convocado pelo presidente, Jair Bolsonaro, para representar a sigla com uma candidatura própria ao governo de Mato Grosso.

Neste caso, as cogitações referentes ao nome de Allan Kardec, não só movimentaram o cenário eleitoral, como dividiu as atenções, potencializadas pela possibilidade de dobradinha, com a pré-candidatura ao Senado da República, do atual vice-governador, Otaviano Pivetta.

Foto: Divulgação/oautouruguai

Informações de vários pontos do estado, apontam que Pivetta e Kardec podem montar uma verdadeira terceira via, em condições reais de disputar o governo.

No caso de Allan Kardec, já foi publicado na imprensa que o parlamentar está a disposição do partido, para uma eventual disputa ao governo, já referente a Pivetta, informações de bastidores apontam que nomes como do deputado federal, Neri Geller, e do ex-governador, Blairo Maggi estariam em discussão e análise do cenário, já que de nada iria adiantar o setor ter vários candidatos, pulverizar votos e sair derrotado, mas vale o consenso, com vitória.

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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