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“Caça Fantasma”: Câmara de Barão, omissão ou ação?

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Da Redação.

Além de legislar e representar o povo, uma das principais funções do vereador é fiscalizar o exercício do poder executivo municipal, neste caso, devido a quantidade de informações, Boletim de Ocorrência (B.O) e denúncias, os vereadores de Barão de Melgaço terão muito que fazer.

Na semana passada, várias denuncias de atividades com indícios de irregularidades, começaram tomar conta da cidade de Barão, ultrapassando as fronteiras do município, virando manchete em vários veículos de comunicação de Mato Grosso.

O B.O. registrado pelo ex-secretário de habitação e assuntos fundiários, Naldino Padilha Gonçalves denunciando um servidor “fantasma”, teria abalado o Pantanal, “estremecendo as bahias, revelando os caminhos dos corixos da corrupção”, resultando em trocas de acusações, discussão e ofensas.

Foto:eglu.pontofrio.com.br/

CPI a vista:

“Com tantas denúncias, cabe a maioria dos vereadores cobrarem esclarecimento por parte da prefeita, seja através de uma simples convocação, ou até mesmo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)”.

Independente da causa, circunstância ou razão, quando se trata de recurso público, onde, quando e como foi aplicado, através das atividades da Prefeitura, cabe a Câmara Municipal fiscalizar, investigar, podendo até punir, afastando e cassando o mandato do responsável.

“Para agravar a situação, o assessor denunciado como funcionário fantasma, teria sido nomeado como secretário de habitação”.

O vereador e presidente da Câmara, Denas da Silva disse que está buscando todas as alternativas legais, para esclarecer as denúncias, que mesmo se a maioria dos vereadores, não seguirem o que determina o regimento interno da Casa de Leis, instituições como do Ministério Público Estadual e Federal serão acionadas.

Foto: Reportagem

“Fiscalizar as atividades da Prefeitura é obrigação dos vereadores, vamos fazer a nossa parte, e se constatar as irregularidades, os infratores serão punidos”, explicou Denas.

A equipe de reportagem do site www.omatogrosso.com, esteve em Barão de Melgaço, onde percorreu vários setores, quando verificou que existe praticamente uma unanimidade de insatisfação popular, referente a gestão de Margareth Gonçalves, que além das denúncias de irregularidades, a crise ainda recai sobre o suposto comportamento autoritarista, arrogante e intransigente, com ações semelhantes as da “Dama de Ferro”, vários integrantes já deixaram o grupo que trabalhou para eleger a prefeita, devido as suas ações.

Foto: Divulgação/Facebook

“O secretário de educação pediu exoneração, a Secretaria de Saúde, em cinco meses já teve duas secretárias, que também pediram para sair, e o ex-secretário de habitação, além de pedir exoneração, ainda fez denúncia e registou B.O”.

PJC-MT

A equipe de reportagem que foi até a cidade, procurou entrar em contanto com a prefeita, quando recebeu a informação que ela estaria em Cuiabá, e eles não tinha autorização para passar o número do telefone para contato.

Foto: Rafaella Zanol/Secid-MT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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