mais 6 meses

BRT EM CUIABÁ: CONSÓRCIO JÁ ANTECIPA ATRASO DE MAIS SEIS MESES NAS OBRAS

Essa reunião para se chegar a um consenso, visava encontrar saídas para o imbróglio no início das obras do modal na Capital.

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Secom-MT

Finalmente prenunciava-se o surgimento de uma luz no fim do túnel nesse imbróglio eterno da implantação entre BRT X VLT em Cuiabá, pelo menos essa era expectativa criada com a realização de encontro de conciliação liderado pelo Ministério Público do Estado (MP-MT). As coisas não clarearam em praticamente nada nessa ‘complicada indefinição’ do reinício das obras.

Finda a reunião, o representante do Consórcio BRT, Mário Jorge, afirmou claramente de que a empresa deverá demitir seus funcionários e que a decisão atrasará as obras do novo modal em pelo menos 6 meses. O gestor alega que para atender o que pede o Ministério Público do Estado (MP-MT), que pediu o adiamento do reinício das obras em 45 dias, vai ocasionar esse atraso em pelo menos mais 6 meses.

Essa reunião para se chegar a um consenso, visava encontrar saídas para o imbróglio no início das obras do modal na Capital. A ação do MP-MT foi acelerada após o consórcio começar obras de limpeza e demolição de construções no bairro CPA, local onde será construído o terminal de integração entre os ônibus e o BRT, sem alvarás e documentos obrigatórios, na última terça-feira (16).

“A decisão tomada aqui hoje adiando o início das obras deverá causar grande impacto no orçamento da empresa. Não tem como segurar esse prazo e teremos que dispensar nossos funcionários”, ameaçou o representante.

Apesar de a declaração ter sido gravada e presenciada pelos participantes do encontro, ao ser diretamente questionado sobre a possibilidade de demissão, Mário Jorge recuou: “isso eu não decidi ainda e o prazo de 45 dias será respeitado, não vamos fazer obras de forma ilegal”, concluiu.

Já em Várzea Grande, o modal que estava previsto para ser entregue em outubro do ano passado só deverá ser concluído no mês de agosto desse ano. “Em Várzea Grande a previsão de liberação do trânsito está para os meses de março a abril”, disse o representante do consórcio BRT.

 

 

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.



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