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Botelho visita obras de ampliação do Hospital Metropolitano de VG

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Da Redação

Acompanhado dos deputados que compõem a Comissão de Saúde, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), visitou a obra de ampliação do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, no último sábado (04). Junto com o governador Mauro Mendes, Botelho conheceu as dependências já prontas e o andamento da obra, estimada em R$ 15 milhões, sendo R$ 10 milhões de recursos da ALMT. Dessa forma, a saúde pública será contemplada com mais 210 leitos, divididos em 180 enfermarias e 30 Unidades de Tratamento Intensivo – UTIs.

“A obra está em ritmo acelerado. Todos que estiveram lá ficaram surpresos com a rapidez e a qualidade. Já estão prontos 10 UTIs e seis centros cirúrgicos e, até mais uns 10 ou 15 dias, vai estar totalmente pronto e exclusivo ao tratamento do Covid-19.  Uma obra formidável e grande parte do recurso saiu da Assembleia Legislativa”, afirmou Botelho.

Também participaram da visita secretários de Estado e adjuntos. Em tempo recorde, a obra segue a todo vapor. Iniciada em 23 de março, ela está prevista para ser concluída no próximo dia 20 de abril. E, de acordo com o governador, a estrutura não se trata de um hospital de campanha, como muitos estados estão fazendo para atender de forma provisória os pacientes de covid-19.

“Essa é uma construção definitiva. Serão 180 leitos clínicos, de enfermaria, e mais 30 UTIs, que vão se somar a 10 UTIs existentes e outros 58 leitos. Então, teremos aqui um hospital para ser entregue até o dia 20 de abril com 238 leitos clínicos e 40 UTIs dedicados exclusivamente ao coronavírus aqui na Baixada Cuiabana, sendo a nossa grande referência estadual. Além disso, temos os leitos do Hospital Estadual Santa Casa, que são 117 com mais 30 UTIs”, explicou o governador.

Foto:Foto: Maurício Barbante/ALMT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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