REBATEU PREFEITO AFASTADO

BOTELHO REBATE EMANUEL E DIZ QUE ASSEMBLEIA NÃO SE ACOVARDOU

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União), em entrevista nesta quarta-feira (6), rebateu duramente a fala do prefeito afastado Emanuel Pinheiro (MDB), que no diálogo com um escrivão da Polícia Civil disse que a AL “se acovardou” com relação ao afastamento de delegados que não teriam aceitado persegui-lo.

O diálogo entre Emanuel e o escrivão Rodrigo Oliveira Mendes de Melo consta no relatório técnico da Polícia Civil sobre as operações e vínculos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

Rodrigo iniciou a conversa manifestando seu apoio ao prefeito com relação às operações policiais. Ele se colocou como homem de confiança de delegados da Delegacia de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública.

 

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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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